The Good Place

A terceira era de ouro da televisão. É assim que os especialistas em entretenimento nomeiam o atual período histórico, devido a quantidade de séries lançadas simultaneamente. A quarentena pode contribuir com esse dado, pois dentre as rotinas possíveis em grupo, além de dividir o wifi, maratonar séries está na lista das preferidas.

De acordo com pesquisas realizadas pela Kill the Cable Bill, durante a quarenta os assinantes da Netflix nos Estados Unidos atingiram a média de 3 horas diárias de transmissão. E em países da Europa, o consumo aumentou tanto que houve solicitação dos governos para que os conteúdos fossem assistidos com qualidade média, evitando internet instável durante o isolamento social. No Brasil, a procura por serviços on demand quase dobrou esse semestre com relação ao semestre passado e para ajudar, a operadora Vivo possui parceria com a Netflix facilitando a aquisição de planos na plataforma para clientes. Existe um vasto catálogo de mega produções e no momento atual de nosso país, histórias despretensiosas podem ajudar no relaxamento e entretenimento de toda a família.

 

The Good Place

Esta dimensão celestial, o “bom lugar” é destinada às boas pessoas, para que tenham uma linda jornada após a morte. Não é o caso de Eleanor Shellstrop, que acidentalmente foi parar lá confundida com sua xará, uma mulher de fibra, que ajudava inocentes a sair do corredor da morte. Para se manter no bom lugar, ela tenta esconder a verdade sobre sua vida ao coordenador do local, pois ele pode enviá-la ao “lugar ruim”. A série foi criada por Michael Schur e exibida pela NBC.

 

Love

Um nerd que sonha em trabalhar como roteirista de séries e uma aspirante à produtora de rádio. Gus e Mickey se recuperam de relacionamentos fracassados e não levam as vidas da forma que queriam, mas quando se conhecem em uma loja de conveniências, percebem que a aproximação pode revelar as dificuldades de se criar laços na vida moderna. A série vai além de comédia romântica e é dirigida por Judd Apatow, diretor e roteirista de “O Virgem de 40 anos” e “Ligeiramente Grávidos”.

 

Raising Hope

Da noite para o dia, o jovem Jimmy Chance descobre que tem um bebê… com uma criminosa. Enquanto a mãe cumpre pena, Chance precisa cuidar da filha e se dedica a proporcionar uma infância que ele mesmo não teve, mas conciliar a vida pessoal e cuidar do bebê não é tão simples quanto ele imaginava. A ajuda de Sabrina, uma caixa de supermercado local, é muito bem-vinda e resulta em um romance entre eles. A série foi criada para FOX por Greg Garcia.

 

Kipo e os Animonstros

Para quem é fã de animações como “Hora da Aventura” e “Steven Universo”, essa pode ser uma boa pedida. A história de Kipo Oak, se passa em um cenário pós apocalíptico onde a menina de treze anos busca pelo pai. Com seu all star no pé segue no caminho lidando com as dificuldades, como os animais mutantes que comandam a cidade, e alegrias, como os novos amigos Wolf, Mandu, Benson e Dave. A produção traz nomes conceituados em seu desenvolvimento como Bill Wolkoff (Star Wars: Rebels), Radford Sechrist, (‘Megamente”) e o ilustrador brasileiro Caio Martins.

 

 

Um maluco no Pedaço

Essa é uma indicação para quem é apaixonado pelos clássicos dos anos 90, quando nem se assistia pela internet. A série que transformou Will Smith em uma das personalidades mais conhecidas de Hollywood, conta a história de… Will. O jovem se envolve com pessoas perigosas em seu bairro periférico da Filadélfia, e temendo pelo futuro do filho, a mãe o envia para a mansão de sua irmã, Vivian e seu cunhado Philip Banks. A casa luxuosa em Bel-air na Califórnia vira de cabeça para baixo com o novo hóspede.

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