Manoel Júnior com as funcionárias da fábrica diz ser grato ao governo pelo incentivo ao negócio através do Banco do Povo

Manoel Júnior com as funcionárias da fábrica diz ser grato ao governo pelo incentivo ao negócio através do Banco do Povo
Manoel Júnior com as funcionárias da fábrica diz ser grato ao governo pelo incentivo ao negócio através do Banco do Povo

Com o entusiasmo de quem está numa trajetória de crescimento contínuo, o pequeno empresário, Manoel Nóbrega de Almeida Júnior, proprietário da Júnior Sorvetes de Porto Velho, é um exemplo de empreendedor dedicado e de sucesso, que encontrou na parceria com o Banco do Povo uma alternativa segura para seu negócio, com um faturamento mensal de R$ 100 mil.

Ele conta que iniciou suas atividades no ano de 2000, com uma velha moto e um isopor de garupa, onde transportava o sorvete que produzia artesanalmente. Segundo seu relato eram tempos difíceis, que exigiram dele e de sua esposa, Suely Nunes, grandes sacrifícios, “mas que valeram a pena por tudo que já conquistamos com nosso esforço”.

A Júnior Sorvetes foi instalada inicialmente num pequeno cômodo de 3 x 5 metros, onde trabalhavam ele e a esposa. Hoje, com estrutura de empresa, tem sua sede numa área de mais de 500m², com segurança operacional e sanitária, além de uma equipe de 13 empregados e uma frota de duas camionetes e quatro motocicletas com reboque.

Manoel Júnior conta que com os recursos que dispõe atualmente – estrutura física, equipamentos, fábrica, pessoal, logística e crédito no Banco do Povo – sua empresa se expandiu e está presente em Porto Velho, Candeias, Nova Mutum e no Baixo Madeira (São Carlos e Calama) e tem um faturamento mensal de R$ 100 mil, o que para ele seria impossível sem a parceria com o governo do estado, através do Banco do Povo.

Ele recorda que perdeu a conta de todos os empréstimos que tomou junto à instituição para a compra de equipamentos e motocicletas, mas é inesquecível o primeiro contrato que assinou em 2002 parar comprar o primeiro freezer. “Daí para a frente tudo mudou para nós. E o trabalho não para”, comemora.

GRATIDÃO

O empreendedor explica que como ele, são milhares de pequenos negócios estimulados e financiados pelo Banco do Povo, e que por isso seu sentimento é de gratidão ao governo de Rondônia pela oportunidade que lhe deu de produzir, crescer e de dar uma vida confortável, com educação de qualidade, para seus filhos – Evelin e Mateus, que também ajudam no trabalho da empresa – além de colaborar para a melhoria da vida de outras famílias, gerando empregos diretos e indiretos, promovendo a melhoria da qualidade de vida da sociedade onde vive.

Presente em todas as regiões de Rondônia, com 27 postos de atendimento a micros e pequenos empreendedores, o Banco do Povo dispõe, atualmente, de R$ 10 milhões para financiar pequenos negócios em todo o estado; e R$ 5 milhões para socorrer com empréstimos empreendedores prejudicados pelas enchentes em Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Jacy-Paraná, Extrema, Abunã, Calama, São Carlos e as comunidades de Nazaré, Terra Caída, Maici, Vila de Jirau e Joana D’Arc.

Banco do Povo registra aumento crescente da demanda por crédito em todos os postos de atendimento

Segundo o administrador Manoel Serra, presidente do Banco do Povo, há um movimento crescente de procura da instituição, verificado praticamente em todos os postos de atendimento. “São centenas de micros e pequenos empreendedores que buscam diariamente o apoio do governo para seus negócios, através do banco”, disse, destacando as facilidades de acesso ao crédito e a taxa de juros de 2% ao ano que, além de já ser um incentivo, pode ser paga com desconto de 50% se o resgate ocorrer no prazo, a vista, o que justifica a demanda nos postos.

Ainda conforme Manoel Serra, o governo do estado está atento aos fatos e necessidades do setor, e por isso criou uma linha de crédito especial, com disponibilidade (aporte) de R$ 5 milhões para atender aos pequenos empreendedores prejudicados em seus negócios com as enchentes. Por essa linha, pelos menos 300 projetos já foram beneficiados com créditos que variam de R$ 300 a R$ 10 mil.

O presidente do Banco do Povo disse que o governo tem suas responsabilidades, e por isso tem criado meios capazes de gerar emprego e renda no campo e nas cidades. Ele citou como exemplo a criação do Cartão Mais Sementes, que concede crédito de até R$ 1 mil ao produtor rural para aquisição de sementes e insumos agrícolas.

Para se ter ideia do alcance desse programa, em dois meses foram concedidos cerca de R$ 340 mil em crédito. O recurso é viabilizado pelo governo de Rondônia, através da transferência de recursos financeiros do Fundo de Investimento e de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia (Fider) para associações que operam pelo sistema Banco do Povo (Acrecid, Faepar e Oscips).

Fonte
Texto: Cleuber R Pereira
Fotos: Bruno Corsino
Decom – Governo de Rondônia

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