Eleições 2018: Pimenta de Rondônia surpreende Dinos e se sai bem no G1

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Candidato ao governo de RO, Pimenta de Rondônia conversa com o G1 — Foto: Sérgio de Andrade/Rede Amazônica


PORTO VELHO- Os Dinos (Everton Leoni, Benedito Domingues, Jorge Peixoto, Sérgio Pires e Beni Andrade), ficaram especialmente encantados com a desenvoltura do candidato ao governo, Pimenta de Rondônia (PSOL-PT), ontem, durante mais de uma hora de entrevista na SIC TV. Como se diz no popular, ele “arrebentou”. Respondeu com firmeza e conhecimento a todas as perguntas, principalmente às mais espinhosas. Uma delas dizia respeito ao agronegócio. Pimenta tem na agricultura familiar uma prioridade e fará de tudo, se eleito governador de Rondônia, para valorizar o setor.

No G1, Pimenta de Rondônia também foi firme nas respostas.  Ao editor do G1, Jonatas Boni, e à apresentadora Yonara Werri, Pimenta de Rondônia disse que as escolas de Rondônia precisam de vigilância armada e também prometeu habitação para as comunidades ribeirinhas.

Pimenta de Rondônia (PSL) esteve no estúdio em Porto Velho e conversou com os jornalistas por 15 minutos. O candidato tem como vice Paulo Benito (PT).

Ao ser questionado sobre a vigilância armada nas escolas do estado, o candidato afirmou ser totalmente a favor da medida, visando a garantia de segurança de alunos e professores na sala de aula.

“Eu sou a favor e precisa ter. Nós precisamos ter um vigilante. É impossível você ter uma escola desguarnecida, com equipamento que não funciona. Nós temos professores sendo agredidos, o traficante na porta da escola. É muito vulnerável. Se você não tem isso, os ladrões estão invadindo as escolas e roubando os equipamentos que são adquiridos com dificuldade. Às vezes os professores, a direção, os pais e mestres compram do próprio recurso um monitor”, afirma.

Ainda segundo o candidato, é possível conciliar a vigilância armada com o monitoramento através de câmeras nas escolas. Para isso, Pimenta de Rondônia afirmou que vai analisar o que será mais viável em relação a “custos”.

Habitação

Caso seja eleito governador, Pimenta de Rondônia afirmou que pretende levar habitação até comunidades ribeirinhas que ainda não se recuperaram da cheia de 2014, no Rio Madeira, em Porto Velho.

“Nós temos que aproveitar o incentivo do Governo Federal e que agora não tá tendo, mas o governo Lula foi quem abriu o mercado da construção imobiliária e principalmente o Minha Casa Minha Vida, 1ª, 2ª etapa. Nós temos que levar essas construções para as comunidades ribeirinhas, para os povos tradicionais, e não existe um mercado melhor para incentivar lá o turismo”, afirma.

Na entrevista, Pimenta de Rondônia comentou sobre a coligação feita em Rondônia entre o PSOL e o PT. Segundo ele, mesmo o PSOL tendo uma posição independente em relação a partidos investigados por corrupção, a aliança com o PT foi feita de forma estratégica para a campanha eleitoral na TV.

Pimenta de Rondônia também prometeu implantar a ouvidoria fundiária a fim de prevenir conflitos no campo. A ouvidoria deverá ser proposta ao Governo Federal e Judiciário. “É um dos passos, porque o Incra depois que o presidente golpista Temer assumiu, o Incra deixou de assumir a população. As pessoas ociosas por falta de terra, termina entrando em conflito”, ressalta.

Na entrevista, o candidato a governo também prometeu construir a nova rodoviária de Porto Velho. Segundo ele, a obra deverá ser feita no mesmo local onde funciona atualmente a rodoviária da capital.

Agenda do candidato para este sábado

Hoje, sábado, caminhada com Pimenta de Rondônia Governador 50 na zona sul de Porto Velho. Ponto de encontro na Jatuarana com Campos Sales, às 8h30!!! Contamos com todas e todos levando o nome do Governador e da Senadora Fátima Cleide 133. Rumo à Vitória Sem Medo de Ser Feliz. #VotePimenta #Vote50 #Pimenta50

Nesta eleição pra governador há candidatos empresários, doutores e velhas raposas políticas. Mas é o mecânico e marinheiro mercante, assim como aquele torneiro mecânico, que não tem compromissos e nem faz parte grandes grupos empresariais e políticos, mas sim com o povo como um todo, principalmente os trabalhadores, os mais pobres e os excluídos.

Fonte: Mais RO com G1 Rondônia

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