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A viabilidade para formação de parceria entre o governo de Rondônia e empresas inglesas foi tratada na manhã desta terça-feira (11) pelo chefe da Casa Civil, Marco Antonio de Faria, presidente do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas (CGPPP), ao receber em seu gabinete o representante do Consulado Britânico no Brasil, Lucas Hernandes Corrêa, que veio a Porto Velho conhecer as potencialidades, perspectivas do Estado, os projetos de PPP, principais dificuldades para implementação e avaliar o entendimento do Estado sobre a falta de investidores em áreas específicas, como telemedicina, equipamentos, engenharia, arquitetura e outras.

Na reunião, que contou ainda com a participação do vice-presidente do CGPPP, Hiran Castiel; do secretário-geral, Antônio Fortunato; e do gerente de Programas, Odacilvio Sergovia; o representante do Consulado Britânico, que é advogado com especialização em políticas de saúde, falou sobre o interesse de empresas inglesas especialistas em saúde, comércio e investimentos, e explicou que sua visita tem como proposta obter informações que possibilitem pensar estratégias para que essas empresas ingressem no mercado brasileiro.

Lucas Hernandes disse que na visita ao Amazonas foi constatada a dificuldade de locomoção na área da saúde para atender a população. A solução, segundo ele, seria a instalação de centros interligados via tecnologia, a partir de um centro de intercâmbio com base no Hospital Universitário ainda a ser construído.

Marco Antonio de Faria, por sua vez, falou sobre o interesse do governador Confúcio Moura pela parceria público-privada e destacou as potencialidades do Estado, como a madeira, ampliação do plantio de soja, piscicultura, além de muita água como fonte geradora de energia elétrica, entre outras. Enquanto Antônio Fortunato citou as áreas da saúde, saneamento e prisional como prioritárias para as PPPs no Estado, ressaltando que as duas primeiras  estão sendo trabalhadas paralelamente, enquanto a prisional ainda está na fase de análise de propostas.

O Hospital Estadual de Urgência e Emergência (Heuro) é a principal obra desse tipo de parceria, em que compete ao governo a parte física-predial, cabendo à iniciativa privada a responsabilidade pelos equipamentos e a gestão.

Texto: Veronilda Lima
Fotos: Ésio Mendes

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