O presidente da comissão temporária que acompanha as ações contra a covid-19 (CTCOVID19), senador Confúcio Moura (MDB-RO), afirmou que o debate com os governadores, Eduardo leite (RS), Flávio Dino (MA), Renato Casagrande (ES), e Joao Dória (SP) nesta segunda-feira (15), contribuiu muito e vai ajudar a consolidar ações para acelerar a vacinação no País.

De acordo com o parlamentar, foi possível obter uma ideia dos acertos dos governadores com relação à pandemia nas audiências públicas de quinta-feira (11) e de ontem, e que a Comissão irá processar as falas de todos, extrair os pontos mais importantes que abordaram e apresentar ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Artur Lira (PP-AL), para que o Congresso Nacional tome as providências necessárias para ajudar o Brasil.

Confúcio Moura também apresentou dois requerimentos, ambos aprovados, um deles solicita ao Ministério da Saúde informações detalhadas acerca das aquisições de vacinas destinadas ao atendimento da população. O senador argumentou que no dia 4 de março, último, o MS apresentou, perante a sessão temática do Senado, um cronograma de imunização da população, que se tornou objeto de questionamento quanto à sua manutenção.

Em outro requerimento, Confúcio cobrou a realização de Audiência Pública com a presença do diretor presidente da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, para debater o andamento dos processos de autorização emergencial e definitiva das vacinas.

Para o senador, esses requerimentos têm o objetivo de padronizar a quantidade de vacinas que deverão ser adquiridas no curto, médio e longo prazo, porque há um desencontro de informações sobre a quantidade de vacinas adquiridas. Segundo ele, as informações não estão batendo. “A gente está precisando de clareza”, afirmou.

O parlamentar afirmou que o objetivo é processar e analisar essas informações e fazer um calendário da vacina para apresentar ao presidente do Senado e da Câmara, para que juntos possam solicitar do Governo Federal a busca por vacinas de outras farmacêuticas no mundo, americanas principalmente. “Nós precisamos, mesmo com atraso, buscar vacinas novas, além da Coronavac e da AstraZeneca”, pontuou.

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