Após a enorme repercussão sobre a reportagem do médico Drauzio Varella exibida no domingo (01/03), no Fantástico, em que ele mostrou a rotina de detentas trans que vivem em presídios masculinos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) endossou o tom utilizado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, e pelo filho, Eduardo. Ambos foram às redes sociais para atacar o médico e a TV Globo.

“Enquanto a Globo tratava um criminoso como vítima, omitia os crimes por ele praticados: estupro e assassinato de uma criança”, escreveu o chefe do Executivo.

Abraço polêmico
Na matéria veiculada na última semana pela Rede Globo, não foram informados os crimes que as detentas haviam cometido. Entretanto, foi revelado que uma delas, Suzy de Oliveira, na qual o médico deu um comovente abraço, foi condenada por estuprar e matar uma criança de 9 anos.

Drauzio Varella, em nota, afirmou que não pergunta sobre o que os pacientes possam ter feito de errado. “Sigo essa conduta para que meu julgamento pessoal não me impeça de cumprir o juramento que diz ao me tornar médico. No meu trabalho na televisão, sigo os mesmo princípios. Sou médico, não juiz“, relatou.

Fonte: Metrópoles

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