SInduscon Porto Velho participa na formulação das novas diretrizes da Minha Casa Minha Vida

Maurílio Vasconcelos (6º a partir da direita) em reunião do setor da construção civil com a presidente Dilma, em Brasília
Maurílio Vasconcelos (6º a partir da direita) em reunião do setor da construção civil com a presidente Dilma, em Brasília

O presidente do Sinduscon Porto Velho, Maurílio Vasconcelos, participou, semana passada, em Brasília, do lançamento das novas diretrizes do Programa Minha Casa Minha Vida, anunciado pela presidente Dilma Roussef. Integrante da Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC, Maurílio participou de reunião realizada dia 10, no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma, para discutir juntamente com representantes do Ministério das Cidades, Ministério do Planejamento, Caixa Econômica Federal, Secretaria Nacional de Habitação, dentre outras entidades, as novas diretrizes do programa.

 

Maurilio Vasconcelos anuncia uma novidade para os futuros projetos do Minha Casa, Minha Vida, que é a não obrigatoriedade da instalação de placas solares nos telhados das casas para aquecimento de água.

“Tivemos a alegria de ter um pleito do Sinduscon atendido nacionalmente” ressaltou. Ele lembra o Minha Casa, Minha Vida 2, nasceu com a obrigatoriedade de se colocar aquecedor solar no teto de todas as casas. “Aquecer água no Ceará, Piauí e em Rondônia, constitui um atentado a inteligência e uma afronta à economia” alertou. “Desde o lançamento desta segunda fase do programa houve várias reuniões, o sindicato enviou ofícios aos ministros e nosso pleito foi aceito e retirou-se das regiões Norte e Nordeste esta obrigatoriedade. Em termos econômicos isso significa reverter esta verba para melhoria das casas. A diminuição do custo do equipamento vai ter este fim” garantiu o presidente do Sinduscon/PVH.

“Queremos continuar com o Minha Casa, Minha Vida em Rondônia”, afirma Vasconcelos. Novos projetos estão sendo delineados para 2016, com destaque para o primeiro conjunto habitacional com sustentabilidade energética. “A ideia é aproveitar o sol, não para aquecer água, mas para gerar energia e as pessoas terão uma grande redução no custo da energia elétrica, podendo até zerar esta conta. Para esta iniciativa pioneira no estado e no Brasil, contamos com aprovação do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, a quem entregamos o projeto quando de sua vista a Rondônia”, finalizou.

Segundo o líder sindical a reunião foi proveitosa. Todos os itens das novas diretrizes foram amplamente discutidos e tudo foi tratado com seriedade e transparência. A Presidente apresentou a nova configuração do programa dentro do atual contexto de dificuldades econômicas que o Brasil vive.

Outro assunto importante tratado na reunião foi à continuidade dos pagamentos. Ficou acordado, segundo Maurílio, que as pequenas, médias e grandes empresas teriam cronogramas diferentes. Depois de emitida a nota fiscal as pequenas teriam 30 dias para receber; as médias, 45 e as grandes, 60.

A presidente garantiu que não haverá descontinuidade dos pagamentos. Para fechar a conta eles vão buscar recursos do FGTS no montante de R$ 1 bilhão para fechar esta conta até o final de 2015. No ponto de vista de Vasconcelos, isso significa um alento e uma tranquilidade para as empresas que trabalham no projeto.

Assessoria de Comunicação Social do Sistema Fiero

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