Servidores municipais paralisaram suas atividades durante 2 dias na Prefeitura de Cacoal

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Os servidores municipais paralisaram suas atividades nesta terça-feira (26) e quarta-feira (27) deste mês reivindicando valorização salarial. O Sindicato dos Servidores Municipais de Cacoal (SINSEMUC) informou que durante os dois dias de paralisação mais de 1.000 servidores de várias secretarias e de diversos segmentos do funcionalismo público municipal estiveram na praça municipal mostrando sua insatisfação com a prefeita servidora Glaucione.

 O motivo da paralisação é buscar a valorização dos servidores efetivos, pois desde o início da gestão da prefeita Glaucione os servidores não obtiveram reajuste salarial, e a administração sempre alega lei de responsabilidade fiscal e questões orçamentárias, para não atender aos pedidos do sindicato, mas diariamente nomeia comissionados e agora propõe gastar quase 13 milhões por ano com terceirização de mão de obra.

Esses valores exorbitantes serão apenas para a contratação de 283 cargos terceirizados, com valores três vezes maiores que um servidor concursado recebe.

  O SINSEMUC lamenta a forma que a servidora e prefeita Glaucione vem administrando para os servidores efetivos, pois antes de ser eleita prefeita, propôs ao sindicato e servidores um plano de valorização para todas as categorias, mas após eleita está fazendo tudo ao contrário do seu plano de governo.

 Vale salientar que mais de 600 servidores municipais estão recebendo um valor inferior ao salário mínimo vigente, sendo necessário o pagamento de complemento, provando assim a defasagem salarial de todas as categorias.

 Durante a paralisação os servidores presentes e o SINSEMUC decidiram que no próximo dia 10 de julho terá uma nova assembleia geral extraordinária, para decidir a continuidade da negociação ou retomada da greve e até lá o sindicato e comissão de negociação continuará dialogando com a administração e aguardando uma contra proposta para apresentar aos servidores na assembleia.

 SINSEMUC não descarta a interrupção por tempo determinado e indeterminado dos serviços públicos caso não haja uma proposta por parte da administração após a assembleia.

 Fonte: Assessoria SINSEMUC-CUT

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