A Polícia Federal (PF) encerrou terça feira (30), a fase ostensiva da Operação Reação em Cadeia, que visa investigar irregularidades administrativas na Penitenciária Federal de Porto Velho. Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão que, aliados aos cinco afastamentos de função pública concedidos na semana passada, permitiram a colheita de provas essenciais à apuração dos fatos.

Além do diretor, foram afastados os chefes de recursos humanos, financeiro, de inteligência e saúde. Dentre os ilícitos investigados, estão a apresentação de atestados médicos falsos, assinatura de folhas de ponto de forma irregular, recebimento de vale-transporte indevido, compartilhamento de senhas de acesso de sistemas da Administração Pública a pessoas não autorizadas e coação no curso de processo, cujas penas, se somadas, superam 15 anos de prisão.

A Polícia Federal esclarece que as investigações restringem-se às irregularidades de cunho administrativo, sem vinculação com a atividade de custódia de presos da Penitenciária Federal de Porto Velho (PFPV).

Fonte: PF-RO

 

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