PALMEIRAS JOGA HOJE CONTRA VILHENA COM FORÇA TOTAL

 O diretor executivo do Palmeiras,  José Carlos Brunoro
O diretor executivo do Palmeiras, José Carlos Brunoro

O Palmeiras inicia a sua participação na Copa do Brasil nesta quarta-feira (12), às 19h30, diante do Vilhena, em Vilhena-RO. Contudo, um dia antes de atuar em Rondônia, o Verdão desembarcou em Cuiabá-MT para realizar o último trabalho antes do duelo deste meio de semana. O diretor executivo José Carlos Brunoro explicou o caso e reforçou o planejamento alviverde para esta viagem tão desgastante.

“Fizemos isso (ir para Cuiabá) para aproveitarmos uma tarde de treinamento. Vínhamos de um jogo em São José do Rio Preto e fizemos uma parada para movimentar o time antes de irmos para Vilhena”, contou. “Será um jogo bem difícil pelas condições e pela motivação do time do Vilhena, que estará muito motivado para ganhar da gente. O futebol é o único esporte que não tem favorito, mas iremos para vencer”, emendou.

Brunoro acredita que os confrontos em outros estados do Brasil também são importantes para aproximar os torcedores do seu clube de coração. “Eu gosto muito, é uma maneira de difundir o futebol pelo país. Muita gente é contra porque tem muitos jogos, mas os times grandes têm um papel social de mostrar o futebol em todas as etapas. Os torcedores dos times grandes podem ver a gente de perto. Tem muita coisa bacana nisso, não podemos ficar só reclamando”, disse.

Para fazer um bom papel na competição nacional, o dirigente sabe que o Verdão precisará da qualidade do seu grupo. “Nós jogamos em São José do Rio Preto e demos descanso a uma parte do grupo para botarmos todos em condição de jogo. A Copa do Brasil precisará do elenco todo. Domingo nós poupamos alguns jogadores, mas demos ritmo a outros. Deu certo e ganhamos o jogo”, lembrou o palmeirense.

O diretor executivo do Palmeiras mostrou-se satisfeito com os atuais atletas do elenco palestrino, mas negou que novos reforços estão descartados para a sequência desta temporada.

“Sempre digo que o grupo nunca está fechado, no futebol não existe isso. Às vezes você faz uma contratação que acaba não dando certo, outras vezes existe um tipo de problema que precisa trocar o jogador. Não existe grupo fechado, e sim deixar sempre melhor o grupo. Para o Campeonato Brasileiro é outra história. Veremos o que precisamos, quem rendeu e quem não rendeu”, concluiu.

 

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