PORTO VELHO- Lançado hoje como e-book (para leitura através da internet) o livro “Senador Olavo Pires, a pergunta que não quer calar) está nas plataformas de vendas da famosa editora Saraiva. Veja aqui o link.

Miguel Montte, escritor e jornalista

Do polêmico jornalista e escritor Miguel Montte, o livro promete revelar quem seriam os verdadeiros mandantes do brutal assassinato do senador Olavo Pires, crime ocorrido em 16 de outubro de 1990 até hoje envolto ao mistério. Quem matou Olavo? Em suas divulgações, o autor gravou no You Tube adiantando que um dos suspeitos, Assis Gurgacz, chefe do clã que comanda uma rede de comunicações e de transportes rodoviários no estado de Rondônia com ramificações em todo o País, “nada tem a ver com o assassinato de Olavo Pires”. Segundo o autor, ele investigou e chegou a esta conclusão que está no e-book. Miguel Montte, porém, afirma que nas entrelinhas de sua obra que poderá vir a ser um best seller digital, estão os verdadeiros mandantes. A conferir.

Sinopse

Bar “Bangalô”, região central da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia, 03 de outubro de 1990, o mesmo dia de votação das eleições estaduais, o veículo de marca “gol” de placa AD6890 com numeração de seu chassis sob nº 9BWZZZ30ZKY096922, foi furtado por João Roberto Delai, quando este estava na posse do funcionário da Assembleia Legislativa de o estado de Rondônia, José Carlos, da qual o veículo pertencia; entretanto, tal funcionário do poder legislativo estadual, na ocasião, não faz boletim de ocorrência policial, muito menos alerta as autoridades competentes, que o patrimônio estatal que estava em suas responsabilidades foi furtado; em plena campanha eleitoral estadual, onde se disputavam cargos do legislativo e executivo, dentre os quais o governo do estado rondoniense e vagas para Deputados Federais e Estaduais.

Na disputa ao governo do estado, o Senador Olavo Pires, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Oswaldo Pianna, o então diretor do DER, Valdir Raupp, que mais tarde seria governador de Rondônia e Senador; dentre outros participantes. O governo estadual transitório era administrado por Jerônimo Santana e seu vice, o advogado Orestes Muniz; a campanha fervilhava em todos os quadrantes estaduais, as denúncias partiam de todas as alas, das quais davam conta de malversação do dinheiro público, por parte dos gestores estaduais, a exemplo, principalmente contra o candidato Valdir Raupp, que, segundo os demais candidatos era apoiado pelo governador Jerônimo Santana, de onde advinha sua estrutura de campanha, inclusive financeira. Os principais candidatos, segundo as pesquisas eleitorais da época, Olavo Pires e Oswaldo Pianna, nutriam rancores contra Valdir Raupp, por ter a máquina governamental a sua disposição.
Nesta disputa acirrada onde os protagonistas se atacavam de maneiras inimagináveis, se projetava nos bastidores o assassinato do século em Rondônia; a morte do senador Olavo Pires, candidato vencedor no primeiro turno das eleições rondonienses de o ano de 1990, precisamente no dia 16/10/1990, em frente a sua empresa, a Vepesa Tratores, na capital rondoniense, tragédia encoberta de conspirações, teorias, suspeitos envolvidos e um crime não solucionado até o ano de 2017…

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