Foto Ana Kesia Gomes/G1
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A Escola Estadual Professora Eloísa Bentes Ramos, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto, emPorto Velho, foi assaltada pela décima vez neste ano na madrugada desta sexta-feira (14). O último assalto havia sido registrado em 10 de outubro. Somando todas as invasões, o prejuízo material ultrapassa R$ 40 mil, segundo a direção do estabelecimento.  Os ladrões desta vez deixaram recados: “obrigado pela mudança”, se referindo à decisão do governo estadual em optar pela segurança eletrônica em vez de vigilantes. O recado parece mais missa encomendada. Algo proposital.

 

Com segurança eletrônica governo economiza quase 250 milhões por ano!

novoO Estado de Rondônia vai economizar em quatro anos, desde a implantação do novo sistema de segurança nas escolas estaduais, cerca de R$ 248 milhões (duzentos e quarenta milhões de reais). Nos dois primeiros anos do governo Confúcio Moura (PMDB), ocorreram cerca de 346 crimes diversos nas dependências das escolas com segurança privada, ao custo de R$ 56 milhões anuais, segundo Infopol/Sesdec. Com o novo sistema, além da economia, o índice de criminalidade diminuiu. “Temos dados mais que suficientes para corroborar a teses do melhor custo benefício com a mudança”, afirma Emerson Castro, secretário da Educação de Rondônia.

“Tivemos 222 furtos com vigilantes nas escolas em 2012 (dados Sesdec). Estamos gastando menos de R$1 milhão com reposição do material furtado em 11 meses sem vigilantes, ou seja, economizamos dezenas de milhões de reais e ainda reduzimos o número de escolas furtadas”, garante Castro. De acordo com o secretário, os furtos são centrados , quase 90% , na capital.
Segundo o secretário, os dois estados de melhor IDEB no Brasil no ensino médio, Goiás  e Minas Gerais , não tem contrato com vigilantes presenciais há anos. “Preferiram economizar com medidas de tecnologia (câmeras, sensores etc) e retornar essa economia em melhoria da infra das escolas e projetos pedagógicos”, disse.
 “Rondônia não inventou a roda. Estamos seguindo modelos de sucesso de estados com melhor índice que o nosso”, reitera Emerson Castro. .  As escolas particulares não contratam vigilância presencial e sim, câmeras com monitoramento.
Fonte: Mais Ro com G1
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