Fiscalização da ANP e IPEM desmonta fake news contra posto de combustíveis

A ação firme da Agência Nacional de Petróleo (ANP), juntamente com o Instituto de Pesos e Medidas (Inmetro/Ipem) e o Procon, desmontou mais uma fake-news que circulou nas redes sociais durante a semana, contra o posto de combustíveis Auto-Posto Renascer, localizada na confluência das avenidas Mamoré com Raimundo Cantuária, na Zona Leste.

Uma pessoa, já identificada pelos funcionários do posto, postou um vídeo nas redes sociais, no qual acusa o estabelecimento de adulterar gasolina, acrescentando água ao produto.

Não foi a primeira vez que o denunciante faz esse tipo de denúncia, atribuída pelo proprietário do posto, Waldemir Rodrigues de Aguiar, “à concorrência”. Ele suspeita que o denunciante estaria recebendo algum tipo de favorecimento para produzir as fake-news. “Nosso estabelecimento recebe diariamente entre 1.500 a 2 mil carros, como é que só o combustível colocado no carro deste cidadão foi adulterado?”, questiona o empresário.

Em decorrência da repercussão da fake-news em redes sociais, os três postos do empresário (Mamoré com Raimundo Cantuária/Calama com Guaporé e Lauro Sodré com Imigrantes) receberam equipes de fiscalização simultaneamente. Até agentes especialistas em regulação da ANP de fora do Estado foram trazidos a Porto Velho para participar da operação.

Ao fim do trabalho fizeram constar no termo de fiscalização que “foram testadas externamente todas as bombas abastecedoras de combustíveis, encontrando-se todas com regularidades. Realizadas as análises de campo dos combustíveis comercializados, constatou-se estarem todos conformes”, concluíram.

O empresário explicou a dinâmica do combustível num carro para justificar a improbabilidade de se acrescentar água ao combustível. “Atualmente os tanques de combustíveis dos carros possuem um formato côncavo no fundo, onde fica o pescador (dispositivo que aspira o combustível para o motor). Se tiver adulterado, o pescador vai sugar só a água, que não se mistura à gasolina. É preciso ser muito mal-intencionado para fazer esse tipo de adulteração”, conclui Barreto.

Waldemir Rodrigues, atuante no ramo em Porto Velho há mais de 30 anos, disse que seu maior patrimônio é a credibilidade que desfruta entre clientes de décadas.

“A fiscalização firme e tempestiva dos órgãos fiscalizadores constatou a lisura e idoneidade de nossa empresa. Ainda desta vez vamos relevar, mas, se houver uma próxima haverá consequências. Nossos advogados estão instruídos e autorizados a ingressarem com ações por calúnia, difamação e injúria. Não é mais possível que esses criminosos contra a honra alheia ajam impunemente na penumbra e suposto anonimato das redes sociais”, advertiu.

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