“Enquanto pessoas sem noção do cargo que ocupam se dedicam a difamar a maior festa popular do Brasil, faço questão de mostrar o que buscamos com o Carnaval do Maranhão”, tuitou o governador Flávio Dino.

Em resposta ao vídeo com cenas escatológicas compartilhado por Jair Bolsonaro (PSL) dizendo que “é isto que tem virado muitos blocos de Carnaval” na noite desta terça-feira (5), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) publicou vídeos de blocos carnavalescos que promovem a inclusão de pessoas portadoras de deficiência em seu estado.

Leia também: Vídeo obsceno publicado por Bolsonaro sobre “verdade” do Carnaval repercute no mundo

“Enquanto pessoas sem noção do cargo que ocupam se dedicam a difamar a maior festa popular do Brasil, faço questão de mostrar o que buscamos com o Carnaval do Maranhão. Beleza e preocupação com a justiça social”, alfinetou Dino.

Flávio Dino

@FlavioDino

Enquanto pessoas sem noção do cargo que ocupam se dedicam a difamar a maior festa popular do Brasil, faço questão de mostrar o que buscamos com o Carnaval do Maranhão. Beleza e preocupação com a justiça social .

Vídeo incorporado

Flávio Dino

@FlavioDino

Integramos pessoas com deficiência de varias formas, inclusive com os ótimos intérpretes de Libras (foto abaixo). pic.twitter.com/4CoyF8czca

Vídeo incorporado

Nos vídeos, cadeirantes e pessoas com deficiência auditiva participam da festa com ações que visam a integração na folia.

Já Bolsonaro compartilhou um vídeo de um homem urinando em outro para “expor a verdade” sobre os blocos de rua no Carnaval. A publicação causou revolta nos foliões, que denunciaram o vídeo por conteúdo impróprio e publicaram uma avalanche de críticas nos comentários.

Além de críticas ao fato de Bolsonaro ter divulgado um vídeo de conteúdo adulto, alguns internautas consideraram que o presidente estaria violando a Lei do Impeachment (lei 1.079/1950). O parágrafo 7º do artigo 9º diz que “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo” é crime de responsabilidade contra a probidade na administração pública.

Revista Fórum

Facebook Comments