Vilhena- Bolsonarista combativo e atuante, anti-PT e a favor do fim do isolamento social, o empresário Júnior Jordani, foi brutalmente assassinado ontem, em Vilhena, onde morava há cinco anos e mantinha negócios.

Empresário de Cacoal, radicado em Vilhena havia cerca de cinco anos, foi executado a tiros no início da noite desta segunda-feira, 20. O crime aconteceu na avenida Marechal Rondon, região central de Vilhena, quando a vítima, que tinha o apelido de “Careca”, conversava com amigos em frente uma loja de som automotivo.

De acordo com testemunhas, ouvidas no local do assassinato, Júnior Jordani, de 40 anos, estava sentado com dois amigos na carroceria de uma picape, quando um motoqueiro chegou sozinho e de arma em punho.

Segundo relatos coletados pela polícia, enquanto os amigos fugiam numa direção, Junior corria em outra. O assassino o atingiu e, com ele já no chão, fez o restante dos disparos, todos na cabeça e a queima-roupa. A Polícia Técnica (perícia) encontrou próximo ao corpo pelo menos 5 cápsulas deflagradas de pistola calibre .380. Júnior apresentava uma fratura no braço, provavelmente provocada pela queda.

Um amigo do empresário, com quem ele havia falado pouco antes de morrer, disse que Jordani tem empreendimentos imobiliários em Cacoal e grande patrimônio também em Vilhena, onde também trabalhava com empréstimo de dinheiro. Aliás, segundo o amigo, esta parece ser a motivação do crime. “Tem dinheiro envolvido”, disse, enquanto observava o cadáver envolto numa grande poça de sangue.

A polícia ainda não tem pistas sobre o autor ou os motivos da execução, praticada de maneira diferente das outras registradas na cidade: deste vez, o assassino agiu sozinho.

(Créditos: Extra de Rondônia)

Crime passional

Segundo as primeiras informações, não oficiais, o homem teria sido morto por desavenças passionais. Testemunhas contaram que o atirador portava uma pistola .380. Cerca de oito capsulas foram encontradas no local.

Ouro e diamantes

De acordo com informações obtidas pelo Mais RO, ele agiotava e tinha negócios com  diamantes de Cacoal e Espigão. A vítima tinha também laços políticos com Jaime Bagatoli e negócios em Costa Marques. De acordo com a fonte, “ele era metido a bater o pé e fazer  correr. Era o estilo dele…Mandar”. Andava com seguranças quando ia cobrar dívidas.

Redes sociais

Nas redes sociais Júnior Jordani era ativo e expunha suas ideias e convicções. Era bolsonarista e nutria ódio ao PT. No dia 11 de abril ele postou: “Imagine se descobrissem na conta da mulher de Jair Bolsonaro R$ 256.646.800,00 em CDB’s do Bradesco. 250 Milhões de Reais, ou 1/4 de Bilhão de Reais. A imprensa esqueceria o Covid-19, e passaria a noticiar o impeachment do Presidente da República imediatamente. Mas como é da conta da falecida esposa do LULA, a “Marisa vendedora de Avon”, a imprensa fica calada”. A fake news foi descoberta e revelada a verdade: não eram 256 milhões e sim, apenas R$ 26 mil reais.

Mais RO com  Folha do Sul

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