ACUSADO DE ROUBO DE DINHEIRO DA ALE, NEODI ACUSA CONFÚCIO DE “COMPRAR” PESQUISA

neodi,O candidato a vice-governador Neodi Carlos (PSDC), está de gracinha, brincando de acusar sem provas. Acusado  de desviar recursos da Assembléia por meio de uma folha de pagamento paralela, objeto de investigação da Polícia Federal e que resultou na Operação Dominó, está acusando o governador Confúcio Moura (PMDB), de comprar pesquisa do Ibope. Neodi falou à reportagem do jornal Folha do Sul que no primeiro turno a diferença irrisória de pouco mais de 3.500 votos entre Confúcio (35,86%) e Expedito (35,42%) foi provocada por uma manobra do peemedebista. “Desde o início da campanha, nós tínhamos 5, 8 e até 10 pontos à frente do Confúcio, mas na última sexta-feira que antecedeu as eleições, eles divulgaram uma pesquisa comprada que dizia que o atual governador estaria com 43% das intenções de voto, e nós com 36%. Isto influenciou eleitores. Muitas pessoas confidenciaram a mim que mudaram o voto achando que ele se reelegeria no primeiro turno”, disse Neodi e continuou: “Esse IBOPE deveria ser proibido de divulgar pesquisas eleitorais mentirosas”, bradou.
Para o candidato, a votação apertada do primeiro turno não deve se repetir no segundo. “Olha, 65% do povo de Rondônia disse que não quer Confúcio Moura, votaram na Jaqueline, votaram no Padre Ton, no Expedito Junior e no Pimenta de Rondônia. Eu acredito que no segundo turno nós vamos ter a realidade da vontade do povo de Rondônia, que é fazer as mudanças necessárias. Ninguém agüenta mais tanta corrupção, tantos desmandos, tantas mentiras”, afirmou.

O vice de Expedito  não  esclareceu até hoje onde foi parar a aeronave comprada por ele, e segundo o ex-diretor da Assembleia Legislativa, Moisés Oliveira, irmão do ex-deputado Carlão de Oliveira, era alugada para a casa de leis. De acordo com Moisés, o avião foi comprado por Neodi e pago com dinheiro do contrato de locação. O caso veio à tona com a prisão de Moisés durante a Operação Dominó (2006) e até hoje não foi esclarecido.

O candidato a vice-governador na chapa de Expedito Júnior também é acusado de ter tido sua campanha financiadas por um esquema de caixa 2 que era mantido por parlamentares e que foi revelado durante a Operação Dominó (2006) deflagrada pela Polícia Federal.

 

MaisRo com  Tudo Rondonia, Painel Político e Folha do Sul

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