Em Rondônia, o governo comprou máscaras de proteção para uso profissional. O preço de mercado de cada uma era 2,58 reais, mas foi vendida à Secretaria de Saúde local por 15,30 reais, uma majoração de 500%. Isso, por si só, já seria ilegal. Mas a tramoia era ainda maior: as máscaras que foram entregues nada tinham de profissionais. Eram cópias feitas de pano. O lote de 20 000 unidades teve de ser inutilizado.

Fonte: revista Veja

 

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