Temendo desgastes nas eleições de 2016, PMDB quer voltar atrás e reembarcar no governo

O trio golpista: Cunha, Temer e Renan
O trio golpista: Cunha, Temer e Renan

“Foi precipitada a saída do PMDB do governo”, disse o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), talvez um  dos únicos lúcidos do partido depois de Roberto Requião (PMDB-PR). Peemedebistas afoitos liderados por Michel Temer embarcaram numa barca furada e agora estão arrependidos. É que o tiro saiu pela culatra e o desembarque virou uma piada nos corredores do Congresso Nacional. Os caciques do PMDB contavam com a debandada dos outros partidos, o que não aconteceu. Nem mesmos os sete ministros do PMDB não moveram um passo adiante do desembarque e continuam no governo.

As piores das consequências, avaliaram, ocorreriam nas eleições de 2016. Com o mico do desembarque, candidatos a prefeitos do PMDB sentiram rejeição logo nas primeiras horas após a decisão do partido. Na internet já corria uma campanha de boicote aos candidatos do PMDB nas eleições de 2016, que se estenderia também às eleições de 2018. Um desastre.

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