Sindicato dos servidores propõe mudanças no PCCR da categoria

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luizinhoO deputado estadual Luizinho Goebel (PV-RO) recebeu na manhã de terça-feira (28) em seu escritório em Vilhena,  servidores da Agência do IDARON (Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia). Eles solicitaram do parlamentar apoio no sentido de encaminhar alterações no Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) da categoria, aprovado em 2012.

Na opinião do presidente do sindicato dos servidores do órgão, Marcelo Pedro Marinho, com a aprovação do Plano houve um retrocesso para a Agência, uma vez que os assistentes fiscais perderam suas atribuições de fiscalizar, engessando a atuação do órgão. Segundo ele foram 350 assistentes que perderam essa atribuição e atualmente somente 70 fiscais atuam na atividade fiscalizadora em todo o Estado. “Estamos propondo que haja alteração nesse item do plano uma vez que não haverá nenhum impacto econômico, porém o IDARON voltará a se capacitar para realizar a fiscalização sanitária”, explicou.

Outra reivindicação feita pelo Sindicato é a equiparação salarial dos funcionários do setor administrativo, bem como para os auxiliares da Agência, que não foram contemplados como outras categorias da entidade com a aprovação do Plano. Ele revelou que o PCCR estabeleceu um aumento de 40% para os servidores, porém, não foi linear, dessa forma não atendeu todas as categorias, como foi o caso dos auxiliares e os servidores do setor administrativo que receberam em média aumento de 20% a 30%.

Por último o sindicato quer alterações na tabela de progressão funcional. Segundo Marcelo, o plano praticamente inviabilizou a progressão funcional dos servidores do órgão, com exigências difíceis de serem cumpridas, como é o caso de uma infinidade de cursos dentro de áreas específicas do servidor que o próprio órgão não consegue aplicar. São 500 horas de cursos para o servidor requerer a progressão. “Queremos uma alteração dentro da realidade do servidor e da sua localidade de atuação. Dependendo da localidade onde o servidor mora e atua ele jamais irá fazer cursos, principalmente dentro de sua área específica porque nunca lhe será oferecido. Para se ter uma ideia, 264 servidores entraram com solicitação de progressão funcional e apenas 07 foram considerados aptos para progredir”, disse o presidente.

O deputado Luizinho Goebel disse que estará mantendo conversações com os demais deputados, com a direção do órgão e com o governo para deliberar as questões e as reivindicações da categoria.