O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou nesta terça-feira (29/9), nas redes sociais, que a sua popularidade incomoda adversários e a imprensa. Mais tarde, na saída do Palácio da Alvorada, ele voltou a tocar no assunto, alegando a mídia rotula qualquer ação dele como eleitoreira.

“Tudo que eu faço, dizem que estou pensando em 2022. Se nada faço, sou omisso. Se faço, estou pensando em 2022. Agora, não queiram estar no meu lugar, vou fazer o possível para buscar soluções. Vou para uma máxima militar: eu quero a solução racional, preciso de ajuda no tocante a isso”, disse.

O presidente se defendeu das críticas após o anúncio de que o Renda Cidadã, programa social que deve substituir o Bolsa Família, seria financiado com parte dos recursos para pagamento de precatórios e verbas do Fundeb. E afirmou que, quando o auxílio emergencial acabar, todos vão sofrer, até o “pessoal do mercado“.

“Aquele ditado ‘estamos no mesmo barco’ é o mais claro que existe no momento. O Brasil é um só. Se começar a dar problema, todos sofrem. O pessoal do mercado não vai ter também renda, vocês vivem disso, de aplicação”, avaliou Bolsonaro.

Fonte: Metrópoles

Facebook Comments