Para a política, já é 2022! A corrida presidencial já começou, acirrada, com as candidaturas de Jair Bolsonaro e João Dória já postas. Claro que vem uma dezena de nomes por aí, incluindo gente tenebrosa como Ciro Gomes, Guilherme Boulos e o Cabo Daciolo. Lula certamente não estará na disputa, porque tem hoje e terá, ainda, na eleição, a ojeriza de grande parte do povo brasileiro.

Em Rondônia, não há como negar: algumas das prováveis candidaturas também já são conhecidas para o Governo, embora, claro, muitos outros nomes ainda vão surgir. Marcos Rocha está fazendo um trabalho, em todas as áreas, de olho no segundo mandato. Estradas, regularização fundiária, forte combate à corrupção e pagamentos feitos religiosamente, tanto ao funcionalismo quanto a fornecedores, estão no pacote de realizações que servirão para serem apresentadas à população, na disputa daqui a menos de dois anos.

Marcos Rogério também está no páreo. Sempre esteve, aliás, desde que se elegeu como o senador mais votado, há dois anos. Usará não só sua atuação de resultados no Senado, mas, também como Rocha, mostrará suas credenciais pela grande proximidade com Bolsonaro e com o Planalto, como fortes aliados na sua futura campanha.

HILDON, DANIEL, LAERTE E CASSOL TAMBÉM LEMBRADOS

Hildon Chaves vem aí? Não se sabe ainda, embora haja a certeza de que ele será candidato em 22, embora seu alvo ainda esteja indefinido. Depois de uma boa administração na Capital e mais dois anos para preparar seu discurso de realizador, ele pode sim ser um nome ao Palácio Rio Madeira, mas só o seria se seu principal aliado, Marcos Rogério, não o fosse. Expedito Júnior deve estar fora da corrida, porque seu sonho maior é voltar ao Senado. Daniel Pereira também quer voltar, mas teria bala na agulha, para entrar na disputa com chances? Jaime Bagattoli, que de aliado tornou-se grande adversário de Marcos Rocha pode tentar, mas também, como Expedito, teria o Senado como principal meta. E ainda tem o nome forte de Laerte Gomes, que pode entrar no páreo. O ex governador Ivo Cassol, que teve dois mandatos sempre muito elogiados, até hoje, também tem sido lembrado. Ele avisa que não pensa no assunto. Só poderia participar do pleito, aliás, se fosse modificada a lei que o condenou, tirando seus poderes políticos até 2026. Certamente mais uma dúzia de pretendentes surgirá, daqui para a frente. A campanha já começou, embora, claro, todos neguem…

Fonte: Blog Opinião de Primeira/Sérgio Pires

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