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O rio Madeira continua dando mostras de que não está para brincadeiras. De forma assustadora, o nível do rio medido pela Agência Nacional de Águas (ANA), não pára de subir. Atingiu agora pela manhã a incrível marca de 19,44 metros, portanto, a 16 centímetros de alcançar os 20 metros, o equivalente a um prédio de sete andares. Enquanto isso, o estado do Acre continua isolado, sem acesso por terra à principal via de transporte de alimentos, combustíveis e pessoas.

SEM BALSAS

Ao contrário do que afirmou o presidente da Associação Comercial do Acre, Jurilande Aragão, que anunciou o inicio das operações de uma balsa no trecho inundado da BR 364, em Mutum Paraná, o superintendente do DNIT para Rondônia e Acre, Fabiano Cunha, disse no final da tarde desta sexta-feira (21), que todo e qualquer tipo de manobra, seja de balsas, carretas e caminhões nas áreas submersas da rodovia estão suspensas.

Segundo Cunha, tanto DNIT quanto a PRF proibiram o tráfego e a travessia de veículos entre Mutum Paraná e a Ponta do Abunã, trecho mais crítico da estrada, onde está sendo preparado um ponto provisório para o embarque e desembarque de carretas.

Fabiano esclareceu que de um lado e outro dos pontos inundados estão  vários caminhões aguardando o reinicio das operações para concluírem viagem.

A previsão, segundo ele, é que os serviços das balsas sejam retomados na segunda-feira (24), porém, está sujeita ao término das obras em execução.

Neste sábado, Fabiano Cunha e o inspetor João Bosco Ribeiro, da PRF, irão acompanhar o serviço das equipes no local.

Maisro com AC24horas

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