Quem vai enfrentar o agora favorito Expedito Júnior ao governo de Rondônia?

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PORTO VELHO- Com a retirada de cena do ex-senador Ivo Cassol (PP) da disputa pelo Palácio Rio Madeira que ele próprio construiu, a bola da vez passou para o ex-senador Expedito Júnior (PSDB). É inegável o favoritismo de EJ. Pesquisas para consumo interno do MDB dá o tucano disparado. Outros pesquisas, idem.

Com esse novo quadro, a disputa ficou mais acirrada porque Expedito Júnior é um aglutinador de alianças nato. Tanto é verdade que no último domingo fechou um arco de alianças denominado de “grupão” em torno do nome dele ao governo de Rondônia.

Grupão confirma nome de Expedito Júnior ao governo de Rondônia

Por essa o senador Acir Gurgaz (PDT), então vice-líder nas pesquisas, não esperava. O evento Expedito Júnior pegou também emedebistas de calças curtas. Agora é refazer as estratégias.

Por outro lado, a esquerda está se organizando para enfrentar os favoritos. O PPS fechou com a Rede e vai apoiar o professor acadêmico Vinícius Miguel ao governo de Rondônia. O PSL vem forte com José Jodan que já pontua nas pesquisas. Igualmente, o pré-candidato do PT, Paulo Benito, confirmado em recente encontro do partido em Ji-Paraná, pontua e pode ser uma surpresa. Benito tem nome limpo e é benquisto por todos. Diante deste novo quadro, a esquerda poderá juntar-se e formar um grupão com políticos fichas limpas.

Faltam 94 dias paras as eleições de outubro

Os políticos com vistas à indicação de seu nome pelo partido poderão fazer propaganda intrapartidária a partir do dia 5 de julho, mas está proibido o uso de rádio, televisão ou outdoor para isso.

Agentes públicos

Três meses antes das eleições, a partir de 7 de julho, os agentes públicos ficam proibidos de praticar várias condutas, entre as quais: nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens, ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, remover, transferir ou exonerar servidor público, ressalvados os casos de: nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança; nomeação para cargos do poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência da República; nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até 7 de julho de 2018; nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo; transferência ou remoção de militares, de policiais civis e de agentes penitenciário.

Também ficam proibidos de realizar transferência voluntária de recursos da União aos estados e municípios e dos estados aos municípios, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou de serviço em andamento e com cronograma prefixado e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública.

Ainda são vedadas, a partir dessa data, a realização de inaugurações e a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos.

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