Com o intuito de promover a segurança dentro dos presídios de Alagoas, nesta quarta-feira, dia 12, o estado iniciou o processo de transferência de reeducandos para o presídio federal de Porto Velho, no Estado de Rondônia.

Segundo a assessoria de Comunicação da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) que capitaneou a ação acontece para manter a ordem e disciplina nas unidades prisionais de Alagoas.

Os agentes penitenciários do Grupamento de Escolta, Remoção e Intervenção Tática fizeram a revista, extração e movimentação dos apenados do regime fechado: Diego Guedes Correia Alves, Gilson Silva Sobrinho e Wesley dos Santos Gomes. Eles estavam no Complexo Penitenciário, em Maceió, e foram conduzidos para Penitenciária Federal, em Porto Velho, após embarcarem no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, sob a custódia dos agentes do Depen.

O secretário da Ressocialização, Marcos Sérgio de Freitas, destaca o planejamento da pasta para coibir atos ilícitos dentro e fora dos presídios. “Estamos empenhados para desarticular lideranças que coloquem em risco a política ressocializadora. Aqueles que agirem com indisciplina, estiverem ligados a condutas perniciosas de grande lesividade e ameaçarem a segurança dos demais internos e agentes penitenciários serão transferidos”, afirma Freitas.

Internos transferidos:

Diego Guedes Correia Alves – previsão de término do cumprimento da pena em 02/08/2040. É acusado pelos crimes de formação de quadrilha, assaltos a bancos, latrocínio e homicídio de um policial militar.

Gilson Silva Sobrinho – previsão de término do cumprimento da pena em 26/02/2047. É acusado pelos crimes de formação de quadrilha, tráfico de drogas, homicídios, assaltos, sequestros e arrastões no interior do Estado.

Wesley dos Santos Gomes – previsão de término do cumprimento da pena em 02/03/2022. É acusado pelos crimes de tráfico de drogas no bairro Jacintinho e adjacências.

As transferências foram autorizadas pelo corregedor da Penitenciária Federal de Porto Velho juiz federal Walisson Gonçalves Cunha. Somente neste ano, a Ressocialização movimentou mais de dois mil reeducandos em dezenove operações. As iniciativas desencadeadas pelos agentes penitenciários com o apoio dos policiais civis e militares têm afastado Alagoas da crise do sistema carcerário nacional.

A ação conta com a parceria do Tribunal de Justiça,  do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e  da Secretaria de Segurança Pública .

*Com Agência Alagoas

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