Pimenta de Rondônia é ovacionado em congresso do Sintero

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CACOAL-“Não viemos aqui fazer promessas, mas sim firmar um compromisso. O compromisso de que nós, juntos, estaremos governando o estado de Rondônia a partir de 1º de janeiro”. Foi como Pimenta de Rondônia iniciou sua fala na VII Conferência Estadual dos Trabalhadores em Educação – Sintero, em Cacoal, nessa quinta-feira.
Com a segurança de ser o único candidato ao governo do estado que tem a classe trabalhadora como parceira na construção de seu Plano de Governo, Pimenta de Rondônia ratificou os pontos do Termo de Compromisso do Sintero como seu projeto para a educação. Seguir o Plano Nacional, implantar o Plano Estadual, fazer a escolha do secretário de educação de forma consensual, educação em tempo integral e ter um fundo permanente para obras e infraestrutura das escolas, são alguns de seus compromissos com a área.


Ao afirmar que é momento de ação, não mais de conversas sobre educação no estado, Pimenta foi ovacionado pelos mais de 300 trabalhadores de educação provenientes de todo o estado que estavam no evento. “Chega de discussões, a categoria já tem uma proposta que foi amplamente discutida pelas bases, o Plano Estadual de Educação. Este que mesmo aprovado pela Assembleia Legislativa, em 2015, até hoje não foi cumprido. Não cumpriram porque prometeram, mas não se comprometeram”. A partir de então, o candidato foi aplaudido a cada frase.

Pimenta de Rondônia reafirmou que o Congresso do Povo será instalado nos primeiros meses de seu governo, e conclamou aos profissionais de educação que votem em candidatos federais e estaduais da área. Também lembrou que nestas eleições serão dois votos para o Senado, e que a única mulher candidata é da Coligação Sem Medo de Ser Feliz. “A professora Fátima Cleide, como os demais profissionais de educação, sofre perseguição política. Fátima Cleide sofre com a pressão de políticos à sua candidatura porque todos sabemos que ela será novamente a senadora de Rondônia”.

Outro aspecto destacado em seu compromisso com o setor é mais amplo e será aplicado a todos os servidores, que é a alteração da lei sobre perda de gratificação no auxílio doença. “Ao se ausentarem por mais de 15 dias do trabalho por motivo de doença, os servidores perdem a gratificação salarial, que no caso dos professores impacta em cerca de R$600,00 na remuneração. Vamos mudar essa lei”. Pimenta gosta de ressaltar que com esta lei, o professor, passa a ter mais dois problemas além da doença, o psicológico e o para pagar as contas.

Por fim, o candidato da Coligação PSOL-PT – Sem Medo de Ser Feliz reafirmou a pertinência do tema da VII Conferência: “Educação, participação política e fortalecimento da democracia”. “Não há melhor momento para se discutir essas questões. E lembrem que eleição se ganha nas urnas. Não se iludam com pesquisas”.

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