Praça da EFMM hoje de manhã
Situação é de calamidade. Foto Marcelo Gladson
Situação é de calamidade. Foto Marcelo Gladson

Embora as autoridade tentem tranquilizar a população soltando notas, os números da enchente não param de subir. O nível de gravidade da cheia subiu para 2, o último estágio antes de uma possível calamidade pública, anunciou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Liberato Ubirajara Caetano de Souza, coordenador da Defesa Civil Estadual.

Praça da EFMM hoje de manhã
Praça da EFMM hoje de manhã

Cem por cento das casas na cidade de Guajará Mirim, fronteira com a Bolívia, estão afetadas, totalizando 70 mil habitantes atingidos. A cidade, distante 300 quilômetros da capital, continua isolada em razão do transbordamento do rio Araras, onde a travessia era possível a partir de uma ponte histórica que tem 30 anos e está submersa.

O Estado do Acre está isolado do resto do País, pois a única via de acesso, a BR 364 está interditada. O governador Tião Viana (PT) disse que o estado só tem suprimentos para  menos de 15 dias. Vai faltar combustível e alimento nas prateleiras dos supermercados. Toda a produção hortifrutigranjeira está comprometida pela cheia.  Os preços dos alimentos dispararam nos estados de Rondônia e Acre. Gasolina está sendo vendida a 5 reais em alguns postos.

Portal +RO com informações do G1 e Sesdec

Fotos Marcelo Gladson

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