Pedreiro confessa que matou e jogou rejunte nas partes íntimas de empresária

O pedreiro Antônio Augusto de Oliveira Fernandes, 44, preso por matar a empresária Luzia dos Santos, 46, a golpes de enxada, confessou a autoria e a motivação do crime que chocou os moradores do bairro Lírio do Vale, na Zona Oeste, em Manaus. O homicídio aconteceu no último domingo (24), na casa da mulher.

Foi a filha de Luzia, uma menina de apenas 8 anos, quem encontrou o corpo dela. De acordo com o delegado Paulo Martins, Antônio era pedreiro da vítima, mas por tentar assediá-la algumas vezes, ele teria sido demitido.

Ao dispensá-lo, a mulher não teria efetuado o pagamento semanal de R$ 300 a ele, o que teria  deixado o homem ainda mais revoltado. No sábado (23), enquanto bebia com o irmão de Luzia, que morava no mesmo terreno, ele soube que a empresária havia pago outros funcionários.

Já na madrugada do domingo (24) sob o efeito de drogas, ele decidiu voltar a casa para se livrar dela. De forma fria, ele contou a delegada Marília que usou uma faca para golpear o pescoço da vítima e em seguida pegou uma enxada e desferiu vários golpes contra ela.

A delegada conta que o cano da enxada chegou a quebrar com a violência dos golpes. Antes de deixar a cena do crime, ele tirou a roupa de baixo dela e jogou rejunte em suas partes íntimas e no rosto de Luzia.

A polícia acredita que ele tenha estuprado a empresária, mas apenas exames periciais poderão comprovar o fato. Antônio fugiu logo depois levando os HDs que armazenavam as imagens das câmeras de segurança da casa.

Os mesmos foram jogados em um bueiro com o objetivo de impedir que ele fosse reconhecido, mas vizinhos que o viram no local minutos antes o descreveram para a polícia.

Antônio foi preso na tarde de terça-feira (26), já fora de Manaus, em uma casa na Comunidade Tuiué, no meio da mata nos arredores do município de Manacapuru. Com ele a polícia encontrou várias peças de roupas que foram roubadas da casa de Luzia. O pedreiro vai responder por homicídio qualificado e deve permanecer preso.

Fonte: Portal Holanda

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