Paciente de Porto Velho infectada pela variante delta da covid-19 está curada

A secretária municipal de Saúde de Porto Velho, Eliana Pasini, informou durante coletiva de imprensa, nesta quinta-feira (9), que a paciente infectada pela variante delta da Covid-19 na capital está curada e seu círculo de contatos está sendo monitorado.

De acordo com Pasini, a paciente tem 25 anos e recebeu a primeira dose da vacina AstraZeneca no dia dois de agosto e apresentou sintomas do vírus no dia seguinte. Ela teve apenas sintomas leves e não precisou ser internada.

A amostra foi analisada no laboratório Lacen, do governo estadual, e encaminhada para a Fiocruz, no Rio de Janeiro, onde foi confirmada a presença da variante.

A secretária explicou que a variante não deve ser confundida com uma gripe ou resfriado e deve ser enfrentada com o ciclo vacinal completo, isolamento social e demais medidas preventivas como o uso de máscara, higienização de objetos e superfícies.

A população pode obter orientações sobre como proceder quando houver sintomas que podem sugerir a presença do vírus através do serviço de Call Center, pelo telefone 0800 647 5225,

“Nossos serviços estão disponíveis, inclusive com médicos para receber as demandas”, destacou Eliana Pasini, que também chamou a atenção para a necessidade de cumprir todo o ciclo vacinal.

Muitas pessoas não voltaram para tomar a segunda dose. A imunização tem que ser completada. Além dos locais tradicionais de atendimento, como a Faculdade Fimca, onde há vacinação das 9h às 16h, temos também o Porto Velho Shopping, onde as equipes atendem das 10h às 19h”, acrescentou.

Marilene Penati, secretária adjunta da Semusa, destacou que os sintomas da variante delta são reduzidos e podem ser confundidos. “Não podemos minimizar esta situação”, recomendou. Segundo ela, fazer o exame para detectar a doença o mais breve possível é importante para evitar que outras pessoas sejam infectadas.

REFORÇO

A secretária Eliana Pasini anunciou também que, em Porto Velho, a terceira dose da vacina será aplicada a partir da próxima quarta-feira (15) nas pessoas a partir de 70 anos e imunossuprimidos, pessoas mais suscetíveis a infecções.

 

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