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O que o PMDB diz não se escreve: Temer e Eunício já disseram um dia que impeachment era golpe

: Em 27 de julho de 2015: O então líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), encontra na origem da crise política da presidente Dilma Rousseff os avanços eleitorais do PT nas urnas consolidadas do PMDB em 2014. Cita ainda a reforma ministerial que teria deixado o partido de lado e a concorrência com Eduardo Cunha (PMDB) para a disputa à Câmara.

O quadro, no entanto, não mudar, para ele, o papel do partido no governo. Eunicio reafirma o poio ao governo Dilma Rousseff e condena movimento golpista: “Dentro do PMDB, nós não tratamos de impeachment, porque queremos chegar ao poder, queremos ter o presidente da República, mas pelo voto direto. Não por um golpe. Não tem pressuposto para impeachment neste momento”.

Em entrevista ao Valor, ele sinaliza ainda que, se depender dele, o governo conseguirá aprovar os projetos que completam o ajuste fiscal, mas afirma: “Falta dizer o que vem depois do arrocho, da reoneração de empresas”.

Presidente nacional do PMDB postou a afirmação em sua conta no Twitter em março de 2015

 

Publicado em: 30/03/2016 07:40 Atualizado em:

Mensagens foram postadas há exatamente 1 ano. Foto: Twitter/Reprodução
Mensagens foram postadas há exatamente 1 ano. Foto: Twitter/Reprodução
O vice-presidente da República, Michel Temer, parece ter mudado de ideia em relação ao impeachment de Dilma Rousseff. Nesta terça-feira, o PMDB, partido do qual Temer é presidente, decidiu deixar a base aliada do governo. Mas em 2015, o vice-presidente acreditava que o processo “geraria uma crise institucional”.
“O impeachment é impensável, geraria uma crise institucional. Não tem base jurídica e nem política”, afirmou o vice-presidente no Twitter em 29 de março do ano passado. Um mês depois, Temer ainda completou: “só se pode pleitear impeachment em hipóteses constitucionais. Em nenhuma delas há esta possibilidade”.
Temer ocupa a cadeira de vice-presidente da República desde 2010, quando Dilma foi eleita para seu primeiro mandato. O peemedebista é o primeiro na linha sucessória da presidência e, em caso de impeachment da petista, é ele quem assume o cargo.
Em abril do ano passado, o vice-presidente voltou a se manifestar. Foto: Twitter/Reprodução
Em abril do ano passado, o vice-presidente voltou a se manifestar. Foto: Twitter/Reprodução

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