O Brasil vive hoje o pior dos mundos. Com quase 120 mil mortes pela Covid-19, vítimas de uma falta de política de saúde que contivesse o avanço do novo coronavírus, o País assistiu hoje a prisão do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), eleito pelo efeito Bolsonaro que elegeu vários políticos Brasil afora, inclusive em Rondônia. Após o impeachment de Dilma em 2016 e prisão de Lula em 2018 (ano das eleições), surgiram das catacumbas do inferno uma cambada de políticos fascistas, racistas, homofóbicos, xenófobos, e, acima de tudo, corruptos. A direita está no poder. E este é o jeito da direita governar, estilo Witzel, não faz e rouba. Rouba dinheiro que seria para combater a pandemia, o que é mais grave. O ex-governador Sérgio Cabral (MDB), que está preso por corrupção, é mais um exemplo de como o povo do Rio de Janeiro vota mal e por isso sofre as consequências nefastas.

Não há notícias (verdadeiras, só fake) de envolvimento de administrações de esquerda em desvios de recursos destinados ao combate da pandemia. Existem sim, bons exemplos, como do governador Dino (PCdoB), do Maranhão. Em Rondônia teve prisões de empresários envolvidos na venda de testes rápidos que nem funcionar, funcionaram.

Nas eleições de 2020, muitos pré-candidatos ligados à Bolsonaro estão se apresentando como “salvadores da Pátria”, que vão resolver todos os problemas de Porto Velho. Vão nada! Porto Velho precisa de um prefeito que seja capacitado para o cargo, que tenha um bom Plano de Governo, que realmente trabalhe em prol da população e não contra. Um prefeito que busque a geração de emprego e renda e priorize a educação gratuita e universal.

Repetindo, o impeachment de Dilma pariu o que há de pior na política brasileira. Criou um monstro e abriu as catacumbas de criaturas nefastas. O Brasil é hoje mal falado no mundo inteiro. Somo motivos de chacotas, piadas e medo. A economia vai mal e vai piorar mais em 2021, 2022. Os investimentos estrangeiros serão escassos e a nossa exportação vai sofrer uma queda considerável, o que vai redundar em quedas nas arrecadações de impostos, o que será nefasto para as administrações municipais. O senador Confúcio Moura (MDB-RO), em live com o ex-governador de Rondônia, Daniel Pereira (Solidariedade-RO), pelo Sebrae, fez um prognóstico terrível para o futuro das prefeituras: queda de 30% de arrecadação e dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O que está ruim vai piorar muito mais. E vai requerer um prefeito, no caso de Porto Velho, que esteja focado na retomada do crescimento e do restabelecimento do bem estar da população. Gerar empregos e renda, e priorizar a educação, são metas que deverão ser perseguidas pelo próximo prefeito de Porto Velho.

Por Roberto Kuppê

 

 

Facebook Comments