O ESTILO CONFÚCIO VAI FAZER DIFERENÇA NO SEGUNDO TURNO

tit4Diz um velho ditado que você colhe ou que plantou. Quem planta vento colhe tempestade. A toda ação corresponde uma reação. Estas máximas podem ser aplicadas na política com relação ao pleito que se avizinha. Durante todo o mandato do governador Confúcio Moura (PMDB) ele foi implacavelmente atacado pelos adversários, seja pela imprensa, seja pelas redes sociais.E como foi. E o que ele fez? Não retrucou. Não revidou. Não bateu boca. Ao contrário, o seu antecessor Ivo Cassol (PP) é daqueles que “não leva desaforo para casa”. Confúcio Moura contra atacou de maneira diferente. Tapou os ouvidos para as críticas e desandou a fazer obras por todo o Estado, em todos os municípios, independente da bandeira política de seus administradores. Até em terras de adversários ferrenhos tem obras confucianas.

O relacionamento do governador Confúcio Moura com todos os prefeitos é de parceria plena. Embora alguns estejam engajados em campanhas de adversários, é ponto pacífico que Confúcio não é inimigo político de nenhum deles.

Analisando o estilo de outros candidatos, como Expedito Júnior 

O candidato ao governo de Rondônia pelo PSDB, Expedito Júnior, tem um estilo parecido com o de Ivo Cassol, que indicou a irmã Jaqueline Cassol para a disputa pelo Palácio Rio Madeira. Jovem e inquieto, Expedito Júnior também não leva desaforo para casa e se defende, ataca, critica, denuncia. Como numa luta de MMA, joga para a torcida que aplaude e vai ao delírio a cada golpe desferido contra o adversário. É uma faca de dois gumes. É onde se aplica o ditado “quem planta vento, colhe tempestade”. Hoje, a candidatura de Júnior (que está por um fio) é acompanhada de perto pelo seu maior inimigo político, Ivo Cassol. Os aliados já perceberam que isto não vai terminar bem. Segundo analistas de plantão, esta briga só favorece a um candidato. E não é nem o Expedito e nem Jaqueline Cassol: é Confúcio Moura. Com seu estilo tranquilão de que tudo está muito bom (e está mesmo), ele vai traçando a linha do caminho da reeleição. Em eventual segundo turno, ele será beneficiado por alianças com perdedores.

Quem viver, verá.

 

Roberto Kuppê

Maisro.com.br

 

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