Padre João Carlos Isoardi+

Padre João Carlos Isoardi+

Morre ex-diretor do Colégio Dom Bosco de Porto Velho. No dia de Natal uma triste notícia da morte do Pe. João Carlos Isoardi ocorrido na Itália no dia 24. Ele havia sido submetido a uma cirurgia muito fina do coração e pediu com antecedência orações para esse procedimento. “Mas o cristo Jesus veio buscá-lo bem na data do seu nascimento aonde esperamos que ele esteja muito bem por ter feito aqui na terra um grande trabalho pelo reino de Deus. Queremos agradecer a quantidade de jovens que ele amou como Dom Bosco, educou-os, orientou-os para a vida sempre”, disse a educadora Ursula Maloney, nas redes sociais.  “Lembrando que amar o jovem é a força do salesiano e isso ele sabia fazer muito bem. São muitos casais hoje existente em Porto Velho que passaram por ele nos grupos de jovens que hoje recordam-se e tem exemplo desse sacerdote de Dom Bosco”, relatou.

Esta foto ele gravou no quarto em que Dom Bosco faleceu e mandava uma mensagem muito profunda e bonita para os seus ex-alunos principalmente para os ex-alunos de Porto Velho. “A lembrança que temos do Pe. João Carlos é de um educador exemplo, severo porém de coração aberto. Mandaremos celebrar a missa de sétimo dia e gostaríamos da presença daqueles que trabalharam com ele e os ex-alunos que ele tanto amava. Avisarei em seguida aonde vai ser a missa e  o horário para que os que puderem se façam presentes”, comunicou a professora Úrsula Maloney.

Em 2015 o programa “Em Romaria” do dia  25/06, trouxe uma entrevista especial com o Padre Giancarlo Isoardi. Salesiano, por quase 40 anos esteve em missão na Amazônia. Padre João Carlos Isoardi viu a missão dividir-se entre a pastoral nas paróquias e o serviço educacional nas escolas salesianas. João Carlos atuou no Dom Bosco de Porto Velho (RO) nas década de 70 e 80.

A Rádio Vaticano encontrou o Padre “João Carlos” na casa-mãe dos salesianos em Turim, no contexto da visita pastoral do Papa àquela cidade do norte italiano.

Na entrevista, o religioso fala dos desafios de formar uma nova geração na Amazônia brasileira em 1964, da teologia da libertação, dos valores do povo amazônide e da encíclica Laudato si’.

Relata também as experiências mais marcantes da sua missão pastoral e educacional, das dificuldades enfrentadas que quase o fizeram desistir da missão,  da gratidão ao recordar a surpresa que recebeu ao completar 50 anos de ordenação sacerdotal e do “Cristo sem braços e sem pernas que sorria” no coração da Amazônia. (RB)

 

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