MALEDICÊNCIA, A DOENÇA DA ALMA

Por Samuel Costa (*)

Uma coisa é certa: se estivermos felizes e realizados, ficaremos de bem com a vida e com tudo aquilo que somos, ou seja, não nos importaremos com a vida alheia, tampouco ficaremos de olho na grama do vizinho, na casa e no carro, pois o que tivermos conosco nos bastará.

A fofoca, muitas das vezes é seguida de “maledicência”, que é detestada por Deus. Em Tiago 3, o apóstolo usa 13 versículos só para falar do poder que a língua têm, e que mal ela pode causar, quando não é usada com sabedoria. No versículo 11, ele diz que de uma fonte não pode jorrar água doce e água salgada ao mesmo tempo, ou seja, ou usa a língua para bendizer alguém, ou maldizer, mas não as duas coisas ao mesmo tempo.

A língua não tem ossos, no entanto, é forte o suficiente para machucar e entristecer nosso semelhante através de falácias e conversas com o pretexto de disseminar boatarias. Torna-se na maioria das vezes um vírus letal que só desaparece quando chega aos ouvidos da pessoa inteligente.

Assim, é necessário que sejamos sempre os ouvidos inteligentes que agem como barreira, que freiam a maldade, o que não faz sentido, a informação falsa e a centelha deste incêndio que sempre almeja levar alguém com ela.

Faça um propósito consigo mesmo nessa virada de ano e evite ao máximo está próximo de pessoas que amam falar da vida dos outros, lembre-se que você poderá ser a próxima vítima dos caluniadores, difamadores e injuriadores. Boas festas e um feliz 2019, repleto de sonhos e idealizações.

(*) Samuel Costa é graduado em Direito, pós-graduando em Direito Público, mestrando em Educação e pai da Sofia Costa.

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