g1Um dos maiores desastres decorrentes da força da natureza em Porto Velho foi registrado no último sábado (13), em um porto de carga e descarga instalado na margem direita do rio Madeira, região de uma localidade denominada Belizário Pena. Pelo menos 14 veículos, dentre eles carretas, motocicletas, carros de passeio e utilitários que estavam em uma balsa foram arrastados pelo desbarrancamento.

Nas redes sociais, o arquiteto e ativista Luiz Leite de Oliveira, conhecido nacionalmente por defender o patrimônio histórico de Rondônia, encabeça um movimento para impedir que o Consórcio Santo Antônio aumente as cotas da usina de Santo Antônio a instalação de 6 seis turbinas que poderia demandar em desastres ecológicos. Vejam abaixo na íntegra, o apelo do ativista.

luizleiteA população não concorda e
AS COTAS não podem ser aumentadas.
Sem apoio popular, quem vai autoriza essa fraude?

Por Luiz Leite de Oliveira

Foram suspensas as assinaturas de presenças que não autorizaram a instalação de 6 seis Turbinas na Santo Antônio. É claro, que esses Consórcios e políticos de Rondônia não se deram por satisfeitos.

Entre cheias (2014) e secas (2016), explosões nas cachoeiras, “tsunames” e desbarrancamentos (ocorrido dia 13 de agosto, no porto clandestina na Candelária) pondo o rio em fúria.. Uma experiência tenebrosa.

A nossa população ficou sujeita as tragédias que estão aí ocorrendo após as hidrelétricas.

E a bandidagem política que viabilizaram esses empreendimentos, ficam com a cara de paisagem como se nada tivessem a ver com essas tragédias e, que em determinados momentos aparelharam as instituições honradas, que por sua vez, permitiram que se destruísse o meio ambiente e o patrimônio histórico dessa parte oeste da Amazônia. Assim fazendo com que nada fosse feito para impedir as hidrelétricas do Madeira. E elas estão aí querem amais turbinas…Insaciáveis por mais água represadas e, para mais destruição no rio Madeira.

As seis turbinas que foram acrescentadas, às existentes na hidrelétrica de Santo Antônio, à 8 km do centro da cidade de Porto Velho, portanto dentro da capital poderão, que poderão elevar as COTAS em quase um metro, e o espelho d água do grande remanso que se espalhará implacavelmente do alto rio Madeira a partir de Porto Velho. Essas novas turbinas a serem acrescentadas já devem ser colocadas em funcionamento em novembro próximo.
De ultima hora, lembraram que era preciso de uma ALDIÊNCIA PÚBLICA, para viabilizar as Turbinas e isso foi programado para hoje, 13 de agosto. Precisava ser forjada a audiência pública, como as aconteceram anteriormente para viabilizar e instalar as ditas usinas.

O local, escolhido, para a audiência pública, foi na ELLO Eventos, local muito distante na zona leste. O acesso é quase impossível, principalmente a distância. Não contavam com a presença de parte da população que compareceu na audiência e, na oportunidade, assinou a presença mais não aceitou a instalação das 6 novas turbinas, para as usinas hidrelétricas.

Mais energia, para o monstro elétrico independentemente que se destrua o meio ambiente, o patrimônio histórico e destruição da cidade de Porto Velho.

As assinaturas de presenças, era certa naquele evento. Mas não contavam os programadores, os Consórcios e o Ibama, com a surpreendente presença da população que não aceita esses empreendimentos, que nenhum benefício trouxe a Amazônia ou ao Estado, e sim destruição.

Entre cheias (2014) e secas (2016), explosões nas cachoeiras, “tsunames” e desbarrancamentos (ocorrido dia 13 de agosto, no porto clandestina na Candelária) pondo o rio em fúria.. As tragédias e os conflitos, estão aí. É preciso ouvir o povo que se conscientiza.

RIO MADEIRA está a 5 metros de atingir a cota de INTRAFEGABILIDADE de embarcações

Rio em fúria

Fontes: Luiz Leite de Oliveira, Rondoniaovivo e foto G1

Facebook Comments