Diretora-geral do Cemetron, Stella Zimmerli

 

Em pé, o secretário da Saúde, Williames Pimentel
Em pé, o secretário da Saúde, Williames Pimentel

A inauguração da nova unidade de terapia intensiva (UTI), com capacidade para sete leitos e o anúncio das obras de reforma e ampliação de toda unidade hospitalar para julho deste ano, marcaram nesta sexta-feira, 28, as comemorações pelo aniversário de 26 anos do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron).

Com uma média de 180 mil atendimentos ao ano, o Cemetron é referência em medicina tropical na Região Norte. O hospital atende, também, pacientes com doenças infectocontagiosas vindo do interior de Rondônia, sul do Amazonas, parte da Bolívia e o Estado do Acre.

Durante a solenidade, vários servidores foram homenageados pelos serviços prestados à unidade de Saúde, dona do melhor índice de aprovação apontado pela população de Porto Velho.

Segundo a diretora-geral do Cemetron, Stella Zimmerli, o sucesso para o salto de qualidade nos serviços oferecidos pelo hospital está diretamente ligado ao empenho, ao comprometimento, dedicação e senso de humanidade que a maioria da equipe possui.

Diretora-geral do Cemetron, Stella Zimmerli
Diretora-geral do Cemetron, Stella Zimmerli

Isso, segundo ela, é o grande diferencial. “O hospital somos todos nós que brigamos, lutamos para que a cada dia, tenhamos um nível maior no atendimento”, disse Stella, emocionada.

Segundo o secretário Williames Pimentel, que representou o governador na solenidade, no Relatório de Gestão da Saúde em 2013, o Cemetron é apontado como hospital de referência estadual, especializado em medicina tropical e infectologia, com uma média mensal de 200 internações e mais de 15 mil consultas ambulatoriais.

Pimentel diz ainda que o estudo aponta, também, que a unidade atua há quase 30 anos no Estado, atendendo as maiores complexidades das doenças infectocontagiosas. O Cemetron atua ainda como centro formador e de pesquisa em algumas especialidades.

De acordo com o relatório, a estrutura hospitalar que se manteve quase inalterada recebeu várias melhorias ano passado. Um delas foi o início da reforma geral, com a ampliação de leitos de UTI e das clínicas médicas, além da melhoria da ambiência, explica o secretário.

Williames Pimentel cita que em 2013, a Taxa de ocupação variou de 60 a 80%, chegando ao ápice nos meses de maior ocorrência de doenças endêmicas, como  dengue, influenza e malária. A média de permanência variou de 13 a 15 dias, por atender doenças infectocontagiosas, que requerem tratamentos específicos e prolongados.

ENTREGA DE TODOS

  Gerente de enfermagem Raquel Gil
Gerente de enfermagem Raquel Gil

Emocionada, a gerente de enfermagem Raquel Gil, destacou o compromisso de todos os servidores, em especial os da área de enfermagem, que estão na ponta do atendimento e lutam com situações adversas. Para Raquel, o reconhecimento da qualidade do atendimento prestado pelo Cemetron tem muito da entrega que cada profissional da enfermagem. Isso, segundo ele, reflete diretamente na qualidade dos serviços.

REFERÊNCIA

No Cemetron são atendidos em média mil pacientes por mês para pesquisa de malária. Na maioria dos casos, o resultado é positivo e os pacientes apresentam o estágio mais avançado da doença (três cruzes). O diretor executivo do Cemetron, médico Sérgio Basano, destaca o número de consultas ambulatoriais nas especialidades de dermatologia tropical, infectologia, malária, dengue, meningite, HIV – AIDS, tuberculose, pronto atendimento, cardiologia, otorrinolaringologia e pneumologia.

SESAU4De acordo com Basano, este perfil do Cemetron faz do hospital modelo para Rondônia e referência em toda Região Norte. A unidade tem ainda equipe multidisciplinar e de enfermagem, como: assistência social, eletrocardiograma, fisioterapia, pequenas cirurgias, psicologia, raio-x, ultra-som, vacinas, soroterapia (antiofídico, tétano, anti-rábica) entre outros serviços.

Texto: Zacarias Pena Verde
Fotos: Ítalo Ricardo

 

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