Fiero vê reabertura da BR-319 como nova oportunidade de mercado para RO

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Da esquerda para a direita, o assessor da Fieam, Gilmar de Oliveira, o superintendente da Fiero, Gilberto Baptista,  vice-presidente Fiero, Adélio Barofaldi (terceiro), José Bianco  e comitiva da Federação antes da saída da caravana Pró 319

 

Da esquerda para a direita, o assessor da Fieam, Gilmar de Oliveira, o superintendente da Fiero, Gilberto Baptista,  vice-presidente Fiero, Adélio Barofaldi (terceiro), José Bianco  e comitiva da Federação antes da saída da caravana Pró 319
Da esquerda para a direita, o assessor da Fieam, Gilmar de Oliveira, o superintendente da Fiero, Gilberto Baptista,  vice-presidente Fiero, Adélio Barofaldi (terceiro), José Bianco  e comitiva da Federação antes da saída da caravana Pró 319

A Federação das Indústrias de Rondônia – Fiero na defesa do desenvolvimento regional, participa efetivamente de ações relevantes, se engaja na luta pela sensibilização do Governo Federal e integra a caravana pró reabertura da BR-319, que saiu da capital rondoniense às 15 horas desta segunda-feira, 26, para percorrer os 877 km da BR-319 entre Porto Velho (RO) e Manaus (AM).

A Caravana é liderada por senadores da Comissão de Serviços da Infraestrutura do Senador, tendo à frente o senador Acir Gurgacz, e composta por diretores da Federação das Indústrias de Rondônia, Governo Estadual, Assembleia Legislativa, Federação das Associações Comerciais (Facer), Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (Faperon), Federação do Comércio, Serviços e Turismo (Fecomércio), empresários, e repórteres de quase todos os órgãos de imprensa. O objetivo da caravana, além de comprovar que a reabertura da estrada é viável, é verificar in loco a situação atual da rodovia, cujas obras de recuperação e pavimentação foram embargadas pelo Ibama no início do mês.

A diretoria da Fiero entende que a BR-319 é fundamental para incrementar a atividade econômica entre o Amazonas e Rondônia e chama a atenção para a importância estratégica da restauração da rodovia, hoje com alguns trechos intransitáveis, já que há mais de 30 anos deixou de receber a adequada manutenção.

O vice-presidente de Desenvolvimento Econômico da Fiero, empresário Adélio Barofaldi juntamente com o presidente Marcelo Thomé mobilizaram os empresários da indústria. Barofaldi destacou a importância econômica da BR-319 para Rondônia, para o Amazonas e para o país. “Esta ligação representa um novo momento na economia dos dois Estados. Rondônia tem muita força no setor produtivo e o Amazonas é um grande mercado consumidor, que poderia absorver parte da nossa produção” afirmou.

Segundo Barofaldi, com a melhoria da trafegabilidade da estrada, o valor do frete das mercadorias vendidas para Manaus ficará menor. Além disso, a venda de produtos de Manaus para Porto Velho e cidades do Centro-Oeste e Sudeste do País também será ampliada. “Com a recuperação da BR-319, teremos a chance de ampliar nossos negócios para novas regiões, que atualmente só recebem nossos produtos por via aérea e fluvial. Rondônia escoa para Manaus boa parte dos produtos agrícolas produzidos em Porto Velho. Além de hortifrutigranjeiros, Rondônia é o maior fornecedor de pescado consumido pela capital amazonense”, ressaltou.

A caravana saiu de Porto Velho com o objetivo de chegar a Manaus e mostrar que a rodovia é viável. “É preciso apenas que o Poder Público de Rondônia e do Amazonas e o Governo Federal tomem a decisão de reabrir a estrada, pois junto com a Hidrovia do Madeira vai compor o modal de transporte capaz de escoar os produtos de Rondônia para o mercado consumidor de dois milhões de habitantes que é Manaus e dali, naturalmente, partir para outros mercados e conta ainda com facilidade de acesso ao Atlântico via rio Amazonas” argumentou Barofaldi.

De acordo com informações do Departamento Nacional de Infra Estrutura de Transportes – DNIT, o custo estimado para a restauração seria na ordem de 349 milhões reais.  Comparado com a redução de custos no transporte de cargas entre Porto Velho x Manaus x Porto Velho há uma inequívoca viabilidade econômica, pois a redução do custo de transporte será na ordem de 50%.

Assessoria de Comunicação Social do Sistema Fiero