Ficha dos oito deputados federais que votaram pelo impeachment em nome de Deus e da família

bancadaroMarinha Raupp (PMDB-RO). Estreou na política em 1994, então filiada ao PSDB quando foi eleita pela primeira vez deputada federal. Seria reeleita por outras três vezes consecutivas. Desde 2001 pertence ao PMDB. Casada com o senador Valdir Raupp, Marinha, ao lado de seu marido, são suspeitos de ter formado caixa dois para campanha de 2010 por meio do esquema de desvios de corrupção da Petrobras.

Lucio Mosquini (PMDB-RO). É alvo de inquérito que apura a prática dos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A denúncia relatou indícios, apurados pela Operação Ludus, de superfaturamento, direcionamento, fraude e desvio de recursos públicos na licitação e execução das obras públicas, estimadas ao custo de mais de R$ 22 milhões. O parlamentar chegou a ser preso preventivamente no curso da operação, por determinação do TJ-RO. Contudo, o STJ concedeu o habeas corpus aos acusados.

Nilton Capixaba (PTB-RO). Diretório estadual do PTB teve as contas reprovadas referente ao exercício de 2009, quando o parlamentar era presidente. Acusado de envolvimento com a Máfia das Ambulâncias, é réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. É réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal, referente a prática de crimes da Lei de Licitações. É alvo de ação de improbidade administrativa (violação aos princípios administrativos) movida pelo MPF por envolvimento com a máfia das ambulâncias.

-Luiz Claudio (PR-RO)- Foi denunciado pela Procuradoria Regional Eleitoral em Rondônia (PRE/RO) por abuso de poder político e econômico. Ele responde a uma ação de investigação judicial eleitoral no TRE. A PRE/RO acusa o deputado de ter feito promoção de sua candidatura por meio de cursos profissionalizantes oferecidos pela Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) e também distribuição de maquinários agrícolas em Rolim de Moura. Se condenado, o deputado sofrerá cassação do diploma eleitoral e ficará inelegível por oito anos.

-Lindomar Garçon(PRB-RO)-O deputado federal  Lindomar Barbosa Alves, o Lindomar Garçon (PV-RO), é acusado em ação penal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) por crimes contra a fé pública. O processo, que retornou à Justiça Federal de Rondônia, tem o número 2002.41.00.002689-0 (www.trf1.gov.br). O autor da ação é o Ministério Público Federal. De acordo com a assessoria da Justiça Federal em Rondônia, Alves, ex-prefeito de Candeias do Jamari (RO), é acusado de ter contratado funcionários e omitir seus nomes da folha de pagamento para não recolher FGTS e Previdência.

Expedito Netto (PR)- Recém eleito deputado federal,é filho do ex-senador Expedito Júnior (PSDB-RO), cassado por compra de votos em 2005.

-Marcos Rogério (DEM-RO)– É acusado de enriquecimento ilícito pelas redes sociais. Segundo dados do TSE, ele recebeu R$ 100 mil da construtora Queiroz Galvão, também suspeita de participar de cartel e superfaturar obras da Petrobras.

-Mariana Carvalho (PSDB-RO)- Nova no pedaço, anda de braços dos com o presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mariana Carvalho, teria recebido para a campanha dela em 2012 ilegalmente a quantia de R$ 300 mil reais repassada pelo PSDB de Minas Gerais, com respaldo do governo daquele estado comandado por Aécio Neves.Contra ela também existe a suspeita de fraude nos dois cursos de medicina e direito que fez simultaneamente. O pai, dono de uma instituição de ensino superior em Porto Velho, invadiu terras públicas para fincar a FIMCA.

 

 

 

Fonte: redação MAIS RO

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