Expedito reduzirá comissionados e nomeará secretários e assessores de perfil técnico

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Foto Marcelo Gladson


Expedito vai desaparelhar gestão e fazer um governo de técnicos. Candidato diz que reduzirá comissionados e nomeará secretários e assessores de perfil técnico, especialmente, servidores de carreira

Para enfrentar o desafio de governar Rondônia, notadamente neste momento de crise econômica reforçada pela difícil situação fiscal que vive o Estado, o candidato a governador pela coligação “Rondônia, esperança de um novo tempo”, Expedido Junior, disse que procurará formar um governo de perfil técnico, especialmente com servidores de carreira que conhecem os problemas e podem colaborar para as soluções.

“Vou desaparelhar meu governo. Vamos construir um governo técnico. Sei que muitos deputados torcem o nariz quando digo isso, sei que a base é importante para a governabilidade, mas os parlamentares, principalmente os nossos, devem saber também que o mais importante é fazer um governo com foco na melhoria da qualidade de vida de toda a população rondoniense. Isso está acima de qualquer interesse e por isso, não vou barganhar cargos políticos”, afirmou na sexta-feira (7), dia da Independência do Brasil, durante entrevista ao programa Fala Porto Velho, da rádio Boas Novas, apresentado pelos radialistas Jonathas Trajano e Marcos Aurélio.

Segundo o candidato Expedito Junior, os problemas administrativos e financeiros do Estado são preocupantes e exigem responsabilidade do próximo gestor. “A nenhum de nós candidatos é dado o argumento de não conhecer os números que mostram a verdadeira situação fiscal e econômica do Estado. O Tribunal de Contas mostrou a todos nós e a mim, pelo menos, restou claro que os números oficiais estão maquiados. Sérios problemas estão sendo artificialmente subdimensionados. Portanto, precisamos de uma equipe técnica para encara-los”, asseverou.

Expedito citou como uma das bombas-relógio prestes a explodir, os cerca de cinco mil servidores que estão entrando na faixa da aposentadoria, o que vai gerar um tremendo impacto no Iperon, com repercussão direta nas contas do Estado que daqui a dois anos já terá que estar repassando quase R$ 400 milhões ao instituto de previdência para garantir o pagamento dos aposentados”, ilustrou citando apenas um dos setores que se exigirá “ações enérgicas e vigilância constante”.

“O desafio do próximo governo, seja quem for, será fazer o Estado produzir mais e ser mais eficiente, combinado com a redução dos custos. Eu estou preparado para enfrentar o desafio”, tranquilizou.

Assessoria

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