O compromisso da Energisa é a excelência no fornecimento de energia elétrica. É garantir, dentre várias outras situações, que o cliente tenha segurança para aproveitar a programação favorita na TV ou quando reunir os amigos para celebrar e ouvir suas músicas preferidas. Por isso, a Energisa está investindo cada vez mais em tecnologia e modernizando a rede elétrica.

Um pequeno animal que se aventura entre os fios pode provocar problemas na fiação ou nos componentes da rede, então, para que a energia continue chegando com qualidade às residências, comércios e indústrias, a Energisa tem mantido um constante trabalho de inspeção, acompanhando diariamente quilômetros e quilômetros de cabos de energia.

Esse trabalho era feito a olho nu, com um técnico observando a partir do chão, “mas hoje é diferente, agora temos drones para ajudar nesse serviço, o que garante maior efetividade na detecção de problemas”, salienta Nancarty Nunes Santos, eletricista da Energisa responsável pela operação de drones.

Alcançando grandes altitudes e com uma longa autonomia de voo, os aparelhos permitem visão mais ampla e privilegiada da fiação, com menos risco às equipes, para reparos e manutenção onde se fizer necessário. “É uma tecnologia que tem se mostrado fundamental para auxiliar nas inspeções visuais, nos dando uma visão que não seria possível olhando por baixo da rede. Com os drones, em conjunto com binóculos e termovisores, nossas inspeções ficaram muito mais efetivas e seguras”, explicou Nancarty Nunes.

“Agora, tornou-se muito mais fácil inspecionar isoladores, cruzetas, conexões, postes vegetação e equipamentos, sem falar da praticidade e celeridade nas inspeções das redes que estão mais distantes. Antes, o trabalho demandava mais tempo por conta de acesso que muitas vezes é dificultado pela geografia de determinados locais”, completou.

Existem algumas linhas e subestações que seriam quase impossíveis de ser monitoradas sem a utilização dos drones. “Tem a Linha 34,5, por exemplo, que vai de Guajará-Mirim a Mamoré, ela tem uma extensão de 40 quilômetros e tem pontos em que a rede fica distante e aproximadamente 300 metros do asfalto, então temos um ganho muito grande porque há uma economia no que se refere a tempo e serviço”, salientou.

Segundo Nancarty, um dos drones tem autonomia de voo de 15 minutos, o outro vooa por 28 minutos. “Parece pouco, mas temos sete baterias, cada uma a gente consegue fazer de 60 a 70 postes, claro considerando as condições de tempo, vento e a distância”, acentuou.

“Atualmente, graças aos drones, hoje a gente tem mapeado todo o trecho da linha 34,5, de Guajará a Nova Mamoré, parte do trecho do entroncamento da BR-364 com BR-425, até o distrito de Araras, e da subestação Abunã, até a vila de Abunã, além de pontos estratégicos, como a Triunfo e alguns locais na cidade de Itapuã. Nessas regiões, com visão aérea, nossas manutenções têm surtido muito mais efeito”.

Mas as vantagens não param por aí, com os drones, os técnicos conseguem detectar e fazer intervenção em linha viva (com a rede energizada). “A gente vai chegar a um ponto que não precisaremos mais interromper o fornecimento ao consumidor para fazer os reparos”, completou.

 Treinamento

Para que a tecnologia seja funcional e atenda todas as demandas, a Energisa Rondônia promoveu um curso de operacionalização de drones para cinco colaboradores. “São profissionais que realizarão as inspeções em redes de distribuição. Vale ressaltar que as redes inspecionadas estão energisadas, daí a importância do treinamento”.

Fonte: Assessoria

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