A juíza Emy Karla Yamamoto Roque, da 11ª Zona Eleitoral de Cacoal, decidiu não aceitar o pedido de retratação da prefeita Glaucione Neri, que havia renunciado a candidatura à reeleição em Cacoal, no último dia 15.

Cacoal vive um clima de perplexidade e dúvida, desde que a atual prefeita Glaucione (MDB) foi presa na operação Reciclagem, da Polícia Federal, no último dia 25 de setembro.

Além dela, também foram presos acusados de corrupção, o marido de Glaucione, o ex-deputado Daniel Neri; o prefeito de Ji-Paraná, Marcito Aparecido; e a prefeita de São Miguel do Guaporé, Gislaine Clemente, a Lebrinha.

A juíza Emy Karla Yamamoto Roque, da 11ª Zona Eleitoral de Cacoal, decidiu não aceitar o pedido de retratação da prefeita Glaucione Neri, que havia renunciado a candidatura à reeleição em Cacoal, no último dia 15. No entanto, dois dias depois mudou de ideia e resolveu voltar a disputa, mesmo presa. Glaucione afirmou que essa decisão tinha o apoio do partido dela, o MDB.
A questão é que entre o pedido de renúncia à reeleição feito por ela e a mudança de ideia em continuar na disputa, a Coligação Seguindo em Frente, pela qual ela concorria, indicou Marco Aurélio Blaz Vasques, como novo candidato a prefeito de Cacoal.
O entendimento da juíza Emy Roque foi contra a decisão de Glaucione. Para a magistrada, a retratação não tem valor e não é aceita pela Justiça Eleitoral. Emy Roque indeferiu todos os argumentos alegados por Glaucione e ao final da decisão judicial, deixou a atual prefeita de Cacoal, fora da eleição municipal que ocorre no dia 15 de novembro, em 1º turno.
Com informações do Rondoniaovivo
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