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Dirigentes da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (CAERD) estiveram ontem com o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Maurão de Carvalho (PP) e com os deputados Cleiton Roque e Lebrão, além do deputado federal Nilton Capixaba (PTB), a quem explanaram sobre a real situação da empresa. A presidente da Caerd, Iacira Terezinha Rodrigues Azamor, junto com o diretor administrativo financeiro Luciano Valério e procuradores, deixaram os parlamentares a par dos problemas e como estão lidando para solucioná-los a curto e em longo prazo. Apresentando relatórios formais, os dirigentes da Caerd buscaram o Poder Legislativo para futuras parcerias no sentido de contribuir com a revitalização da companhia.

A presidente da CAERD registrou que a empresa está sendo administrada com seriedade, uma vez que estão sendo respeitados os fornecedores e pagos regularmente. Depois de vinte anos de dívida, no mês de fevereiro a CAERD pagou a Eletrobrás em dia. No decorrer de 2014 efetuou aquisição de computadores para os funcionários e está depurando as dívidas com a Fazenda Nacional através da FGV, entre outras tantas ações que estão registradas no relatório entregue, principalmente quanto ao aumento da arrecadação da Companhia que passou de R$ 8 milhões para 12,5 milhões/mês.

Os funcionários presentes falaram acerca da postura negativa com que o Sindicato se faz representar na CAERD, ao invés de demonstrar parceria está sempre tentando denegrir a imagem desta com informações negativas e mentirosas.

cae1  O diretor financeiro Luciano Valério comentou acerca das demissões, esclarecendo que a CAERD é uma empresa de economia mista. “Não é um órgão público, regida pela CLT. No entanto todas as demissões ocorreram posteriormente a processos administrativos internos e as reintegrações não foram acatadas pela justiça do Trabalho. A CAERD está recorrendo dessas decisões que julga maléficas ao erário, junto ao judiciário em virtude que houve infrigências à lei”, disse o Luciano Valério.

Alem dessas ações de caráter administrativo algumas auditorias internas revelaram uma série de indícios de irregularidades que demonstram a existência de malversação do erário e até mesmo de condutas típicas de uma empresa que não cuidava do interesse público. “A atual gestão tem se preocupado em apurar todas as irregularidades que por anos eram a realidade de gestões irresponsáveis”, relatou a presidente da companhia, Iacira Azamor.

 

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