Delegado é morto em casa de eventos em Porto Velho

PORTO VELHO- O delegado de Polícia de Rondônia José Volnei Calixto, foi assassinado ontem, supostamente durante uma discussão banal. As informações são de que houve uma discussão generalizada numa casa de eventos, em Porto Velho, que levou a um tiroteio. Além do delegado, morreu também Rafael Simão da Silva.

Volnei Calixto era titular da Delegacia de  Flagrantes. O Mais Rondônia recebeu informações sigilosas que estão sendo checadas.

De acordo com o site Hora 1 Rondônia, o delegado estava na companhia parentes e amigos fazendo o uso de bebidas alcoólicas quando em determinado momento um homem pegou gelo e jogou nas costas do delegado, dando início a uma discussão. O delegado foi retirado da confusão pelos amigos, que iria embora, chamando um aplicativo, porém retornou e foi tirar satisfação com Rafael dizendo que ele não o conhecia para tirar essa brincadeira. Os ânimos de exaltaram e Rafael pegou uma arma e o Policial também, dando início a uma troca tiros, quando  Calixto foi baleado com vários tiros e caiu ao solo. O segundo envolvido, Rafael, também foi atingindo com tiros e caiu no chão e foi socorrido por amigos até a Policlínica José Adelino, onde já chegou sem vida.

A Polícia Militar foi acionada e logo constatou o tiroteio encontrado o corpo do delegado no chão todo ensanguentado e solicitaram uma equipe do Samu para constatar o óbito e mantiveram o local isolado e acionaram a perícia criminal junto com o rabecão para fazer os trabalhos necessários. Várias equipe da Polícia Civil estiveram no local dando início aos trabalhos de investigação e uma guarnição da Polícia Militar recebeu a denúncia de que havia na unidade de saúde uma testemunha que socorreu o amigo e logo se deslocaram para o local onde a testemunha entrou em contradições e a arma do crime sendo de Rafael foi escondida na casa da testemunha onde ele levou os policiais até a casa sendo encontrado um revólver calibre 38 com munições deflagradas é um rifle calibre 22.

A testemunha, a esposa e um cunhado foram levados para a delegacia de homicídios para serem interrogados pelo envolvimento da situação e por ter escondido a arma do crime. A testemunha contou que já havia pego a arma de Rafael para não da problema e depois Rafael teria pego novamente foi quando aconteceu a tragédia. Após a finalização dos trabalhos perícias os corpos do delegado e do suspeito foram levados para o Instituto Médico Legal para exames mais detalhados.

  

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