Começa CPI da Energisa. Nesta segunda-feira, a partir das 17 horas, serão ouvidos o secretário de segurança pública, coronel  José Hélio Pachá e o delegado geral da Polícia Civil, Samir Fouad Abboud. Os questionamento, basicamente se relacionam sobre a participação de policiais no acompanhamento a serviço da empresa, quando são feitas vistorias e cortes de energia e, obviamente, onde pode haver reações.  A partir de agora, estão sendo confirmados os calendários de depoimentos, de audiências públicas e reuniões, até que o relatório final, assinado pelo deputado Jair Montes, seja emitido.

O prazo para que isso ocorra é de 90 dias a partir da instalação da CPI, mas Montes quer concluir tudo até 10 de dezembro. O que se tem que ter muito cuidado – e tomara que o presidente Alex Redano e os demais membros da Comissão o tenham – é o de não torná-la palanque para os candidatos de 2020.

Na última quinta-feira, foi convocado um  protesto em frente à empresa, no centro da Capital. Quase nada de público, mas tantos candidatos a candidato que tiraram, sem dúvida, qualquer ação que pudesse ser considerada espontânea, vinda da própria comunidade. Afora isso, a CPI tem tudo para prestar um relevante serviço à população e ao Estado (certamente também à própria Energisa, ajudando-a a corrigir rumos), principalmente se conseguir algum avanço, via Aneel e Ministério das Minas e Energia, para que baixe o preço abusivo das tarifas que estão sendo cobradas em Rondônia.

Fonte: Sérgio Pires – Blog Opinião de Primeira

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