A presidente da Associação Rondoniense dos Municípios (Arom) e prefeita de São Francisco do Guaporé, Gislaine Lebrinha, voltou a defender, durante entrevista ao Jornal de Rondônia, a necessidade de os municípios estabelecerem um protocolo padrão no tratamento com cloroquina e hidroxicloroquina na fase inicial da covid-19. Na segunda-feira, Lebrinha já tinha falado sobre o assunto durante uma videoconferência, entre gestores municipais de Saúde, autoridades em saúde, e representantes da classe médica, de enfermagem e farmacêutica.

“Precisamos unir ações para manter a prevenção necessária e também garantir os postos de trabalho”, disse

Falou ainda dos esforços da AROM (Associação Rondoniense dos Municípios) junto ao Governo para a elaboração de critérios mais adequados para evitar fechamento desnecessário dos municípios.

“Para evitar que os municípios fechem de forma desnecessária, é preciso considerar as características de cada lugar. A pandemia não se apresenta igual em todos os municípios”, completou

A defesa de Lebrinha vai ao encontro à posição do CREMERO – Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia, que publicou nota orientando médicos envolvidos no combate ao coronavírus.

A utilização de cloroquina e hodroxicloroquina em pacientes nos estágios iniciais da infecção por coronavírus, e em dosagens mais baixas, é um protocolo do Ministério da Saúde e, em Rondônia, diversos municípios já utilizam os medicamentos no tratamento da doença, em especial em Ariquemes e São Francisco do Guaporé.

Por meio de nota, a entidade de classe ainda informou que o médico que utilizar os fármacos não cometerá falta ética e destacou que os profissionais precisam ter autonomia para avaliar cada caso.

Fonte: Mais RO

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