Confúcio vai ter que enfrentar Mosquini se quiser sair ao governo de novo

PORTO VELHO- O presidente estadual do MDB, deputado federal Lúcio Mosquini, reconduzido ao cargo remotamente, não estaria apoiando, juntamente com Luiz Lenzi, Pedro Beber e Tomás Correia, a pretensão do senador Confúcio Moura (MDB-RO) de disputar novamente o governo do Estado. Pior. A cúpula do MDB rondoniense estaria em conversações com o senador Marcos Rogério (DEM-RO), todo poderoso homem de confiança do presidente Bolsonaro. Mosquini que já foi preso em 2014 pela Operação Ludus da Polícia Federal, é também da cozinha de Bolsonaro e goza de prestígio orçamentário.

Confúcio, cuja gestão foi bem avaliada pelo G1, como cumpridor da maioria das promessas de campanha, estaria sendo estimulado por correligionários a voltar ao Palácio Rio Madeira. Teria o apoio de uma ala importante do partido, além de prestígio popular, ou seja, votos. Dinheiro para campanha também não seria problema para o senador, caso o nome dele fosse referendado pelo partido.

Não será a primeira vez que Confúcio enfrentaria a divisão no partido. Em 2018 foi uma briga, até às vias de fato, para que ele fosse candidato ao Senado Federal. O ex-prefeito Tomás Correia, que defendia candidatura único ao Senado de Valdir Raupp, chegou a desferir um tapa em Emerson Castro, ex-Chefe da Casa Civil. O MDB temia que não elegeria dois senadores. E foi o que ocorreu. Desta vez, a cúpula do MDB quer dar o troco.

Fonte: Mais Rondônia

 

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