O empresário Jaime Bagattoli, de Vilhena, que saiu do anonimato no Estado para uma votação de 212 mil votos para o Senado, quase desbancando o duas vezes governador Confúcio Moura, não é mais membro do PSL. Ele foi o primeiro empresário a acreditar na candidatura do agora governador Marcos Rocha e os dois ficaram muito próximos. Até que Rocha tivesse ganho o governo e começado a preparar sua equipe. As divergências teriam começado ali.

Com poucos meses no Poder, o dois tiveram um encontro em Vilhena, quando apareceram abraçados e com as pazes restabelecidas. Durou pouco. Semanas depois, novo rompimento e, dai, definitivo. Bagattoli e alguns dos seus seguidores (entre os quais o Coronel Chrisóstomo, eleito o único deputado federal do Partido), se afastaram ou foram afastados completamente da administração estadual.

Bagatolli esteve com o presidente Bolsonaro, numa conversa de mais de uma hora, quando anunciou sua decisão de deixar o partido. Bolsonaro, alias, também estaria com um pé fora do PSL.  Bagattoli entregou seu pedido de exclusão ao PSL e ficará, por enquanto, sem partido. Pode esperar e ver para que lado irá Bolsonaro. Poderá segui-lo, então. Ele é pré candidato á Prefeitura de Vilhena.

Fonte: Sérgio Pires – Blog Opinião de Primeira

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