Serviço essencial para qualquer cidade, o saneamento básico está intimamente ligado às condições de saúde pública. A obra de implantação do esgotamento sanitário, em Ji-Paraná, saiu do papel após longos anos de espera e passa a ser materializada conforme o projeto contratado pelo governo estadual.

As primeiras cargas de tubos começaram a chegar ao canteiro de obras sinalizando a solidificação da ação que será iniciada a partir do bairro Boa Esperança, no 2º Distrito de Ji-Paraná.

A rede coletora de esgoto vai ser implantada em 472 quilômetros de ruas e avenidas atendendo 25.943 ligações domiciliares em todos os bairros da cidade, exceto às expansões imobiliárias recentes.

O projeto é amplo. Está previsto várias construções para o tratamento do esgoto coletado e da devolução da água ao leito do rio Machado em nível de pureza aceitável pelos organismos ambientais. Estações de Tratamento de Efluentes (ETE), de bombeamento e rede de coleta de esgoto constam no projeto que já está sendo iniciado.

“As orientações do governador, coronel Marcos Rocha, são de que o consórcio cumpra toda a obra com excelência e entregue conforme o cronograma. Este serviço vai trazer benefícios diretos à saúde pública”, disse o coronel Erasmo Meireles, diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), órgão responsável pelo acompanhamento e fiscalização da obra.

O esgotamento sanitário de Ji-Paraná tem o custo de R$ 150 milhões. O dinheiro, gerenciado pelo governo estadual, é fruto de conquista junto ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). A realização de todo o serviço será de responsabilidade de um consórcio que juntou duas empresas: Construtora A. Gaspar (do Rio Grande do Norte) e Pró-Aqua (de São Paulo).

“Como se trata de uma obra em que as vias públicas serão sacrificadas com escavação para proceder na instalação dos tubos, pedimos a compreensão da população”, ressaltou o diretor-geral do DER, reforçando que “obra dessa natureza traz mesmo bastante desconforto às pessoas, mas que após a finalização é essencial para o bem-estar da comunidade”.

A falta de falta de tratamento de esgotos e de condições de saneamento adequados contribuem para a proliferação e o desencadeamento de inúmeras doenças parasitárias e infecciosas, como dengue, febre tifoide, hepatites, diarreias, dentre outras.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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