Indignado

O senador Confúcio Moura (MDB-RO) criticou o baixo ritmo de vacinação contra a covid-19 no país. Segundo o senador, que é médico, o Brasil tem capacidade de vacinar três milhões de pessoas por dia e está vacinando apenas 600 mil. Em Rondônia, nem se fala. A situação é calamitosa. Uma das mais baixas taxas de vacinação do País.

Por falar nisso

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) encaminharam uma representação ao procurador-geral da República, Augusto Aras, na qual pede a responsabilização por crimes contra a saúde pública que teriam sido praticados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e outras autoridades federais que compunham a comitiva presidencial que esteve na inauguração da ponte sobre o rio Madeira no dia 7 de maio deste ano.  Na foto, a fina flor do negacionismo.

A musa da CPI

Luana Araújo foi a sensação da CPI da Covid. Tanto pela inteligência (conhecimento), quanto à beleza. Em tempos passados já seria convidada para posar nua na Playboy. Mas, ela não é do tipo. Ela defende a ciência contra devaneios bolsonaristas sobre a cloroquina. Elegante e poderosa, ela foi citada nas redes sociais como possível futura ministra da Saúde, num eventual governo Lula. Tem predicados pra isso.

Panelaço

Dilma que não era investigada por nenhum crime não resistiu aos efeitos dos panelaços. Com Bolsonaro não será diferente, com tantos crimes cometidos. O pior deles, contra a humanidade. Bolsonaro sentiu as manifestações. Fez ontem um pronunciamento cheio de mentiras e visivelmente incomodado. Contra fatos não há argumentos!

Marcado

De todos os senadores da CPI da Covid, sem dúvidas, o que vai ficar marcado será Marcos Rogério (DEM-RO). Não pela eloquente voz de promoter de supermercado, mas pela defesa do indefensável, do tratamento precoce. A voz do cara do carro do ovo é menos irritante.

 

Manifestações PVH

Nas manifestações do último sábado em Porto Velho, contra Bolsonaro, até o filho dele apareceu para apoiar. Mas, foram os vermelhinhos que se destacaram. Embora Flávio Bolsonaro com seu motorista Maurício Carvalho (nas horas vagas, vice-prefeito), tivesse tentando atrair os holofotes, quem brilhou foi o ex-candidato a prefeito de Porto Velho, Ramon Cujuí (PT) e seu ex-candidato a vice, Dr. Lhano.

 

                                          FIMCA/Aparício

Estudantes da FIMCA realizaram ontem, em Porto Velho, uma manifestação contra a obrigatoriedade de aulas presenciais em plena pandemia. Com baixíssima taxa de vacinação, estudantes cobraram do dono da faculdade, Aparício Carvalho, pai do vice-prefeito Mauricio Carvalho, que reconsidere essa obrigação e voltem as aulas remotas (internet). “Fimca sendo Fimca, sempre desorganizada, há mais de 6 anos vejo essa bagunça, 2 anos de pandemia e ainda não se organizaram, querem cobrar o que não oferecem”, disse um manifestante.

Queiroga em PVH

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, desembarcou em Porto Velho hoje, ciceroneado pelo prefeito Hildon Chaves (PSDB), vice Maurício e pelo senador Marcos Rogério (DEM-RO), secretário de Saúde Fernando Máximo, além, claro, do governador Marcos Rocha (sem partido). A exemplo de Flávio Bolsonaro, ele deverá visitar a FIMCA. Haja interesse do bolsonarismo em Rondônia, especialmente na FIMCA. Semana wue vem, Quidroga volta à CPI da Covid para explicar as mentiras proferidas no último depoimento.

Blog do Noblat

De olho em 2022, Bolsonaro prepara Bolsa Reeleição, novo programa de transferência de renda (O Globo).

Eleições 2022

Em 2022 será diferente, garantem as pesquisas. O candidato que estiver associado à imagem de Bolsonaro poderá amargar derrotas nas urnas. Com índice de popularidade ladeira abaixo, aprovação do governo nas profundezas do inferno, Bolsonaro será a bicheira de vaca nas próximas eleições. São nomes ligados ao bolsonarismo: Hildon Chaves (PSDB), Marcos Rogério (DEM), Léo Moraes (Podemos), Lúcio Mosquini (MDB) e Ivo Cassol (Progressistas).

Hibernou?

Segundo o articulista político Herbert Lins (coluna Falando Sério), Hildon Chaves estaria fora das disputas ao governo de Rondônia em 2022. “Hibernou. O bolsonarismo planejou e está executando um projeto de operações policiais no “combate a corrupção” no
intuito de promover uma perseguição jurídica e midiática para assassinar reputações de políticos que deixaram a base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Por sua vez, visa também assassinar a reputação da oposição que não se curva ao projeto destes ditos ”patriotas”. Com receio das operações chegar ao Prédio do Relógio – sede da Prefeitura de Porto Velho, o prefeito Hildon Chaves (PSDB) hibernou no projeto aberto de
construção da sua candidatura a governador. Quando perguntado sobre suas pretensões para 2022, o prefeito Hildon desconversa e se mostra desmotivado, igualmente fez quando criou um cenário de incertezas se vinha ou não a reeleição. É um artista!”.

Senado, Câmara Federal e Assembleia

Devem disputa única vaga de senador por Rondônia os seguintes pré-candidatos: Jaime Bagattoli (PSL), Jaqueline Cassol (Progressistas) e Anselmo de Jesus (PT). Vários nomes estão circulando como potenciais candidatos a cargos eletivos, seja para a Câmara Federal, seja para a Assembleia Legislativa. Para Câmara Federal: Ramon Cujuí (PT), Anselmo de Jesus (PT) ou Fátima Cleide (PT), Luiz Claudio (PL), Bosco da Federal (PTB), Fernando Máximo (Patriotas), George Braga (MDB), Roberto Kuppê (PT), Alessandra da Fetagro e Lionilda Simão do Sintero do PT. Estadual: Dr. Wellison Nunes (PDT), Dabson Bueno (MDB), Pimentel (MDB), Samuel Costa (PCdoB), Sid Orleans (Cidadania), Hermínio Coelho (PT), Everaldo Fogaça (Republicanos), Wendell Mendonça (Cidadania), Edson Silveira (PT), Fatinha (PT), dentre outros.

Rio das Milícias

No Rio de Janeiro, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL), pré-candidato ao governo,  oscila entre 23,5% e 25,2% das intenções de voto, segundo o Paraná Pesquisas; governador Cláudio Castro (PSC) vai de 15,6% a 16,7%. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de maio e 1º de junho.

Dia 19 de junho

Haverá outra mega manifestação pelo impeachment de Bolsonaro. Será num sábado, no dia 19 de junho, em todo o Brasil. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

Por equipe do Mais Rondônia

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