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terça-feira, agosto 9, 2022

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Coluna Zona Franca

Eleições 2020

Em Rondônia, quando o vírus deixa, se fala um pouco de sucessão estadual e eleição de deputados federais, estaduais e senador da República. Para o governo temos apenas um pré-candidato já na estrada. Trata-se do prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), que já iniciou tour pelo interior do estado. Já fala como pré-candidato sem nenhuma cerimônia ou pedindo segredo como fez na ocasião de sua candidatura à reeleição. E ele está certo em “colocar o bloco na rua”, como o fez, em nível nacional Fernando Haddad (PT-SP) que é o ungido de Lula para a presidência da República (*). Desse assunto falaremos na parte final desta coluna.

Confúcio Moura

Vira e mexe citam o senador Confúcio Moura (MDB) como possível candidato ao governo de Rondônia (reeleição). Ao se eleger senador, porém, Confúcio dissera que aquela seria sua última campanha política.

Marcos Rocha

“Fechado com Bolsonaro”, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha (sem partido) é um traidor. Está tratando a pandemia como deveria, com preocupação. Adepto da vacina e do isolamento social, além de usar máscaras até nas refeições, o governador de Rondônia não está seguindo os protocolos de Bolsonaro.

Senado Federal

São fortes pré-candidatos ao Senado Federal: Expedito Júnior (PSDB), Jesualdo Pires (PSB), Mauro Nazif (PSB) e Fátima Cleide (PT).

Câmara Federal

Com uma bancada federal sofrível, carente de mudanças, alguns nomes circulam pelas principais colunas políticas do estado de Rondônia para deputado federal: Ramon Cujuí (PT), Tiziu Jidálias (Solidariedade), George Braga (MDB), Thiago Flores (Republicanos), coronel Ronaldo Flores (Solidariedade), Fabrício Jurado (DEM), Cristiane Lopes (PP), Luiz Cláudio (PL), Breno Mendes (Avante), Anselmo de Jesus (PT), Bosco da Federal (PTB), dentre outros.

Assembleia Legislativa

Aqui a briga será disputada por muitos candidatos bons de votos: Dr Wellison (PDT-Nova Mamoré), Samuel Costa (PCdoB-Porto Velho), Edison Silveira (PT), Luciana Oliveira (PT), Fatinha (PT), Giovana Barros (PT), Hérika Fontenele (PL), Pantera (PCdoB), Raimundinho Bike Som (PCdoB), Dabson Nunes (MDB), dentre outros.

Haddad presidente!

Na opinião da coluna, foi salutar a indicação do nome de Fernando Haddad, pelo ex-presidente Lula, para ser o eventual candidato à presidência da República em 2022 pelo PT. Na verdade, Haddad é o único nome do partido neste momento para esta empreitada. Ocorre que a esquerda deseja (ou pelo menos desejaria) marchar unida contra a direita que está fortalecida mais do que nunca. Lula seria o nome da esquerda, mas, pelo andar da carruagem os golpistas de 2016 querem manter o mantra de que o PT é o pior partido do Brasil e assim eleger a boiada composta na maioria por investigados e condenados, como o atual presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Funcionou em 2018.

Haddad presidente!

Certamente que o lançamento de Haddad para a presidência pelo PT agitou a política nacional. Além de despertar a esquerda, tirou Lula do foco. Acordou a esquerda que estava dormindo enquanto a direita colhe frutos dos ataques de Bolsonaro à democracia.

Lula senador!!!

Uma sugestão seria o ex-presidente Lula se aposentar da política se elegendo (fácil) ao Senado Federal por algum estado da Federação. Lula precisa desse “prêmio” para preservar a memória do grande político que é. Seria sofrível vê-lo definhar politicamente após uma possível derrota no judiciário contaminado. Se Lula não se eleger a qualquer cargo em 2022, seria o fim dele politicamente. Infelizmente é isso.

O fim da Lava Jato

Com o fim da Lava Jato decretado por Bolsonaro (ele fez questão de dizer que foi ele), sem prender tucanos de alta plumagem como se nada tivessem feito de errado e emedebistas como Michel Temer, como ficam aqueles verde amarelos que foram para as ruas louvar a a operação, endeusar Sérgio Moro e santificar o presidente? A Lava Jato parou só no Lula mesmo, como pediu o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR), que queria “estancar a sangria” e “delimitar como está”, ou seja, parar a Lava Jato no PT. Foi o que ocorreu com o fim da operação tão festejada pelos arautos da moralidade. E o pior ainda está por vir. Mesmo com Lula sendo inocentado, ele vai continuar condenado e sem direitos políticos, para que toda a a operação não caia no descrédito popular. Alguém tem que ser sacrificado. E adivinha quem será?

E a prisão em segunda instância?

Que fim levou aqueles movimentos verde amarelos pela prisão em Segunda Instância? Parece que morreu junto com a Lava Jato. Não há mais aquela garra pela moralidade de outrora. Os atuais presidentes do Senado e Câmara dos Deputados nem falam do assunto. Não é mais prioridade (nunca foi) de Jair Bolsonaro. Assim como “nunca vou tratar com o Centrão”, a prisão em Segunda Instância era para inglês ver. Para “gado” ver.

Colégio Militar, não!

Sobre colégios militares. Já está mais do que provado que militares não são exemplos de ética, moral e bons costumes. Formar cidadãos éticos é uma coisa. Mas, formar cidadãos fascistas, sob vara, é outra coisa. O estudante precisa ter senso crítico, falar, errar, falar de novo, criticar o governo se preciso for (sempre é necessário). Ter alunos sob vara não é saudável. Haja vista que militares estão envolvidos em diversos crimes, inclusive um se tornou o pior ministro da Saúde do planeta Terra. Sem falar nos militares envolvidos com tráfico de drogas no avião presidencial.

Por equipe do Mais RO

 

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