Coluna do RK- Bastidores da política regional e nacional




Por Roberto Kuppê (*)

Ele não! Ela não!

Ele sim: Vinícius pra prefeito de Porto Velho

O deputado federal Léo Moraes (Podemos) é um dos fortes candidatos à prefeitura de Porto Velho em 2020. Mas, no entanto, a eleição de Moraes poderá trazer de volta Marinha Raupp (MDB), a primeira suplente. Nesse caso, a coluna aposta no noviço Vinícius Miguel (Rede), que obteve mais de 70 mil votos na capital, 105 mil em todo o Estado. Vinícius é a bola da vez. Ele sim!

Nasce a herdeira

Nasceu Isadora Carloto Vasconcelos, filha do advogado Diego Vasconcelos e Patricia Carloto. A pimpolha encheu as famílias dos avós paterno Maurílio Vasconcelos e materno Plínio Carloto de alegria.

Cara de paisagem

O governo de Rondônia ainda não se manifestou (nem pelas redes sociais) sobre a invasão às terras da etnia Uru Eu Wau Wau. O assunto tomou conta da mídia nacional e internacional, porém ainda não chegou nas imediações do Palácio Rio Madeira. De acordo com a ONG Kanindé, a fiscalização na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau vem sendo feita pelos próprios guerreiros que tem se sentido ameaçados por invasores, próximo a aldeia Alto Jamari. Para fazer essa fiscalização os indígenas vem recebendo treinamento em cursos de agente indígena ambiental realizados pela Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé. Mesmo com o curso os indígenas não tem poder de polícia, por isso vieram até Porto Velho para solicitar a presença da Polícia Federal na região. O pedido de apoio foi destaque em reportagem no Jornal de Rondônia da Rede Amazônica Rondônia.Confira a reportagem aqui.Durante as últimas fiscalizações foram encontradas várias motocicletas e acampamentos dentro da terra indígena. De acordo com os indígenas a pressão no entorno da terra indígena Uru-Eu-Wau-Wau é antiga. Os invasores vem em busca de madeira e minério. Se depender do governo Bolsonaro, indígenas de todo o País serão dizimados.

É nós Queiroz

A ficha de ex-assessor de Flávio Bolsonaro impressionou procuradores do MP. De acordo com informações da coluna Radar, da Veja, os procuradores do MP do Rio ficaram impressionados com a ficha de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, durante sua passagem pela PM. O suposto laranja da família Bolsonaro tem cerca de dez autos de resistência no currículo (quando um suspeito é morto pela polícia). Seguranças do clã Bolsonaro também foram acusados de pertencer à milícias. Aliás, Flávio Bolsonaro é a favor de legalizar a profissão de miliciano. Durante a campanha eleitoral de 2018, o Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou ter colhido provas de que uma milícia de São Gonçalo teria atuado em favor de um dos candidatos de Jair Bolsonaro à Assembleia Legislativa do Estado, o coronel Fernando Salema (PSL). “Autoridades policiais e eleitorais formaram uma força-tarefa para tentar impedir e identificar a influência do crime nas eleições do Rio.” A informação é da Folha de S. Paulo.

Bolsonaro e seu filho Flávio no aniversário dos PMs presos por extorsão e formação de quadrilha. “Essa família é nota mil”. Foto: Reprodução – Instagram Flávio Bolsonaro.

A prisão dos irmãos gêmeos Alan e Alex Rodrigues de Oliveira, policiais militares que participavam de agendas da campanha do deputado estadual Flávio Bolsonaro, candidato ao Senado pelo PSL do Rio e filho do presidenciável Jair Bolsonaro, causou mal-estar no partido. Um dos motes dos Bolsonaro é o suposto enfrentamento dos criminosos.

Os PMs estão entre os 46 suspeitos que tiveram prisão decretada na Operação Quarto Elemento, deflagrada pelo Ministério Público Estadual em 30 de agosto, que investiga uma quadrilha de policiais especializada em extorsões. Nas últimas semanas, eles acompanharam Flávio dando apoio de segurança nos eventos de campanha. Essa família é da pesada.

Como essas armas chegam?

O colunista deparou-se com esta imagem, acompanhada de uma legenda: “bandido bom é bandido morto”. Ok. Mas, como essas potentes armas chegam até a esses descamisados?  Elas brotam da terra como batatas? Com certeza, se a polícia investigar a origem destas armas, chegar-se-ia aos responsáveis por toda esta violência no Rio de Janeiro. Chega de demagogia. P.S. O governo estuda regularizar armas não registradas. Que maravilha!

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político

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